Vamos ficar em estado de alerta. Se votar a Reforma da Previdência o Brasil vai parar

Os bancários devem manter o estado de alerta para defender as suas aposentadorias e em defesa dos bancos públicos após o anúncio das centrais sindicais de adiamento da greve nacional do dia 5/12. A força da mobilização para a greve nacional fez o governo Temer e a Câmara dos Deputados, comandada por Rodrigo Maia, adiarem a votação da Reforma da Previdência. Isso não significa que a nossa luta está ganha. Vamos manter a mobilização, permanecer em estado de alerta e deixar bem claro: se votar a Reforma da Previdência, o Brasil vai parar.

Os bancários devem ficar mobilizados e atuantes na defesa dos bancos públicos. O SindBancários manterá a categoria informada e vai avisar da marcação de novas assembleias para participação na greve nacional, caso o governo Temer insista em votar a Reforma da Previdência no dia 12/12 ou em qualquer dia de dezembro.

O SindBancários irá orientar a categoria a participar de ações de pressão contra deputados federais na Câmara dos Deputados. É tempo de mobilização permanente e de luta para garantir as conquistas da nossa aposentadoria. Lutar vale a pena! Só a nossa luta te garante!

Se votar a Reforma da Previdência, o Brasil vai parar!

Leia abaixo nota da CUT Nacional sobre os motivos do adiamento da greve nacional e permaneça atento.

Greve do dia 5 suspensa porque governo recuou e retirou da pauta do dia 6 votação da aposentadoria

O governo não tem votos suficientes para aprovar a “Reforma da Previdência” e decidiu retirar a proposta da pauta da Câmara dos Deputados, que tinha previsto a votação no próximo dia 6.

O movimento sindical tinha decidido que, “se marcar a votação, o Brasil vai parar”.

Como não haverá votação na semana que vem, as centrais sindicais, CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB, decidiram suspender a greve nacional convocada para o próximo dia 5.

Conclamamos todos os trabalhadores e trabalhadoras a continuarem mobilizados, em estado de alerta.

Todas as Estaduais da CUT, todos os Ramos e todos os Sindicatos filiados à CUT devem continuar convocando e organizando os trabalhadores e trabalhadoras para que estejam preparados para parar, fazer greve de protesto e greve geral, exigindo a não votação desta reforma da Previdência que, na prática, acaba com a aposentadoria da classe trabalhadora.

Nosso recado ao governo e aos parlamentares é:

Não aceitaremos votação desta Reforma da Previdência!

Se marcar a votação, o Brasil vai parar!”

São Paulo, 01 de dezembro de 2017

Vagner Freitas Sérgio Nobre

Presidente Secretario Geral

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