Vamos às ruas contra reforma da Previdência

CUT-RS, centrais sindicais e movimentos sociais chamam para ato em defesa da aposentadoria nesta terça-feira, 24/9, na Esquina Democrática em Porto Alegre

A CUT-RS, centrais sindicais e movimentos sociais realizam, nesta terça-feira, 24/9, às 18h, na Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre, um grande ato contra a reforma da Previdência, os cortes de recursos na educação, o desemprego, as queimadas na Amazônia e em defesa da soberania nacional. Também haverá protestos em cidades do interior gaúcho.

A mobilização acontece no dia em que o Senado pretende votar em primeiro turno a proposta do governo Bolsonaro que destrói a aposentadoria do povo brasileiro. O texto, já aprovado por maioria na Câmara dos Deputados, retira direitos, como a aposentadoria tempo de contribuição, impõe idade mínima para homens (65 anos) e mulheres (62 anos) se aposentarem, reduz o valor dos novos benefícios de aposentadorias e pensões e estabelece período de transição para as novas regras de apenas dois anos, dentre outras maldades.

Milhares de panfletos estão sendo distribuídos para convocar trabalhadores, trabalhadoras e estudantes a participarem das manifestações.

Clique aqui para acessar o material unitário das centrais e movimentos. 

O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, afirma que não é hora de ficar sentado no sofá ou em frente ao computador, mas é preciso sair às ruas e levantar a voz para defender a aposentadoria e impedir a destruição do Brasil antes que seja tarde demais. “Temos que levar o bafo das ruas até o plenário do Senado para fazer valer os direitos da classe trabalhadora e dos estudantes”, destaca.

Dos três senadores gaúchos, apenas Paulo Paim (PT) tem se manifestado contra a reforma da Previdência, tendo votado contra a sua admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Por isso, os senadores Lasier Martins (Podemos) e Luís Carlos Heinze (PP) estão sendo pressionados pelos trabalhadores, para que votem contra a proposta de Bolsonaro.

Avisamos os senadores que, se votarem sim a essa reforma cruel, desumana, e perversa, estarão fazendo a coisa errada e serão duramente cobrados nas ruas e certamente não se reelegerão”, alerta Nespolo. “Não esqueceremos os traidores do povo.”

Fonte: CUT-RS

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