Um mago da educação no SindBancários

Em conversa informal antes de palestra sobre educação, chamada pela CUT-RS, no auditório da Casa dos Bancários, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, revelou que começou a praticar esportes no Clube Sírio Libanês, na Capital paulista

O encontro se deu na segunda-feira, 9/12, na sede da entidade de classe dos bancários, que sediou o debate sobre a educação pública promovido pela CUT-RS. “Eu jogava basquete. Era pivô”, agregou o ex-ministro da Educação de 2005 a 2012, nos governos Lula e Dilma Rousseff, e candidato a presidente pelo PT em 2018.

Sou torcedor do São Paulo desde menininho. Aprendi batendo na bola que as coisas coletivas são bonitas, elas expressam união, fraternidade e solidariedade”, revelou Haddad, que esteve na Capital gaúcha para receber, da Assembleia Legislativa, a Medalha do Mérito Farroupilha, a mais alta honraria conferida pela Casa.

Há tempos que troquei o basquete pelo futebol. Hoje, jogo no Politheama, time do Chico Buarque, onde atuam o Lula e o Carlos Simon entre outros craques”, tabelou as palavras o professor da USP.

Simon, hoje é comentarista da Fox Sports, ex-diretor do Sindicato e foi o único árbitro do Brasil a apitar três Copas do Mundo.

Por fim, o ex-ministro arremessou a surpresa: “Também fui bancário. Trabalhei por tempos como analista de investimento do Itaú”.

O diretor de esportes Gerson reis, funcionário do Banrisul, rebateu de primeira: “Caramba, neste caso, caro mago da educação, se o Politheama precisar de um goleador, estou livre”. Desnecessário dar aqui o volume da corneta dos ouvintes da conversa. No mundo da bola, sonhos, dores e humores jogam juntos.

Memória de um professor

Nestes tempos de obscuridades e ataques à educação pública, no plano municipal, estadual e federal, é importante recuperar que, no período em que Fernando Haddad como ministro do Ministério da Educação, durante três gestões petistas no Planalto Central, o Brasil experimentou o maior salto em investimentos na área.

Para se ter uma ideia geral do mágico trabalho da pasta no período, foram criadas 18 novas universidades federais e 173 campus universitários. Já a população universitária chegou perto de triplicar seus números, saltando de 3 milhões, em 2003, para 8 milhões em 2016.

Texto: Moah Sousa

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