SindBancários monta seu espaço na Praça da Matriz, na defesa das empresas estatais, dos empregos e dos serviços públicos

Uma das entidades mais engajadas na defesa dos trabalhadores, tanto privados quanto do setor público, o SindBancários agora está permanentemente em vigília, com um gazebo instalado na estratégica Praça da Matriz, em frente ao Palácio do Governo e a Assembleia Legislativa do Estado. No local, os sindicalistas do setor financeiro integram-se ainda mais na luta pela defesa dos serviços públicos, empresas estatais e postos de trabalho. Todos ameaçados pelo governo Sartori, no RS, e pela administração ilegítima de Michel Temer, em nível federal.

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Banrisul e Badesul

“No setor financeiro, hoje vemos uma ameaça concreta ao Banrisul, ao Badesul e, em nível federal, à Caixa, BNDES e Banco do Brasil”, diz o presidente do SindBancários, que acabou de lançar a cartilha Não deixe privatizar o que é teu – nosso patrimônio não é mercadoria.  “O anúncio de fechamento de agências, os planos de aposentadoria incentivada são passos para o enfraquecimento destas entidades, que não são apenas bancos comerciais, mas cumprem um papel social que não é assimilável por empresas que só visam o lucro”, concluiu Everton Gimenis.

A barraca do SindBancários está instalada junto a dezenas de outras, de policiais, professores, tecnocientíficos, em frente à Assembleia Legislativa – agora de portas fechadas aos trabalhadores e movimentos sociais. Uma faixa amarrada no local questiona: “Casa do Povo fechada perde o sentido”. Outra avança mais: “Parlamento fechado é ditadura”.

O fato é que a direção da Assembleia Legislativa não permite a entrada e  manifestações dos trabalhadores, após os protestos contra o chamado Pacote de Privatizações enviadas pelo governo Sartori no dia 21 de novembro.  Se os deputados gaúchos aprovarem estas medidas, a portas fechadas, serão extintas nove fundações, três secretarias estaduais, haverá a privatização de uma estatal e alteração nas regras do funcionalismo público.

Patrimônio científico e cultural

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Na marca do pênalti para serem chutadas e entregues de mão beijada à iniciativa privada, estão patrimônios públicos fundamentais ao estado e aos gaúchos e gaúchas. Caso da CEEE, Corsan, Procergs, Sulgás, CRM, além de Cesa, Corag, do Banrisul e Badesul, e das fundações como a Piratini (TVE e FM Cultura), Zoobotânica, Fepagro, FDRH , Fundação de Economia e Estatística, entre outras instituições básicas para o conhecimento científico aplicado ao desenvolvimento do estado.

Exterminador do futuro

Um manifestante em frente à Assembleia Legislativa apontava para o Palácio Piratini e gritava: “Sartori é o Exterminador do Futuro!”. Professor da rede estadual, com salários fatiados, ele disse que é necessário resistir à avalanche neoliberal de Sartori, fortalecida pela derrubada sem crime de responsabilidade de Dilma Rousseff. “Isto abriu caminho para Michel Temer chegar ao poder e  reduzir o tamanho do estado brasileiro, mas nós trabalhadores gaúchos temos que estar unidos”, acrescentou.

Frente em Defesa das Estatais

“Estamos integrados à Frente em Defesa das Estatais e dos Serviços Públicos”, diz o presidente do SindBancários. “Vamos continuar junto com as demais categorias de trabalhadores e servidores públicos pressionando, em plena Praça, pela defesa dos empregos e do patrimônio público gaúcho, que não pode ser entregue aos interesses privados que só visam o lucro”, finalizou Everton Gimenis.

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