SindBancários, Fetrafi-RS e entidades de trabalhadores lançam cartilha sobre os riscos da privatização das estatais gaúchas

Afinal, qual a importância das empresas estatais – como o Banrisul, a CEEE, a Corsan – para a sociedade gaúcha? A resposta é quase óbvia: elas garantem políticas e serviços essenciais à maioria da população e não apenas àqueles setores mais aquinhoados. As empresas públicas são do povo gaúcho e não podem ser entregues a interesses privados, que só visam o lucro e não valorizam o serviço público. Para ampliar o debate sobre o tema e ajudar a esclarecer a população, o SindBancários, a Fetrafi-RS, a CUT-RS, a Nova Central, o Senergisul, o Sindiágua, o Sintec-RS e a UNIPROCEEE estão lançando a cartilha “Não deixe privatizar o que é teu – Nosso patrimônio não é mercadoria”.

Esta discussão ganha destaque num momento de avanço neoliberal sobre todo o país, ameaçando a força dos estados como poderes controladores das riquezas nacionais, em seu papel de atender a toda a população, regular mercados e combater desequilíbrios regionais. Além disso, a desestatização gera desemprego e perda de direitos e conquistas trabalhistas e sociais.

Clareza e objetividade

Neste sentido, utilizando linguagem clara e objetiva, a publicação elaborada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) examina os casos mais significativos do patrimônio público do RS. Banrisul, CEEE, CESA, Corsan, CRM, Procergs, Corag, Sulgás, Badesul e Fundações do Estado do RS.

O trabalho também avança para além do discurso repetitivo da grande mídia, que prega a redução do tamanho do estado. A cartilha, em linguagem clara, explica “As consequências da privatização”, “O outro lado da abertura de capital”, “Privatizar prejudica toda a sociedade” e ainda reflete sobre “Alternativas para o Estado”.

 

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