SindBancários denuncia vereadores inimigos do Banrisul público e de todos(as)

Os vereadores Jessé Sangalli (Cidadania), Filipe Camozzatto (Novo), Mari Pimentel (Novo) e Ramiro Rosário (PSDB) foram contrários à aprovação do texto

O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) denunciou em suas redes sociais, na tarde desta sexta-feira (20), os vereadores que votaram contra a Moção em Solidariedade ao Banrisul público e estatal, aprovada por 32 votos favoráveis e quatro contra, no último dia 4 de maio, na Câmara Municipal de Porto Alegre.

Os vereadores Jessé Sangalli (Cidadania), Filipe Camozzato (Novo), Mari Pimentel (Novo) e Ramiro Rosário (PSDB) foram contrários à aprovação do texto, encaminhado pelo ex-presidente do SindBancários, vice-presidente da CUT-RS e, na época, vereador suplente, Everton Gimenis (PT).

O SindBancários entende que os parlamentares que se posicionaram contra a moção estão alinhados com o interesse do ex-governador Eduardo Leite (PSDB) que declarou, em janeiro, que a venda do banco dos gaúchos e gauúchas seria “inevitável” e “apenas uma questão de tempo”.

Conforme o presidente do sindicato, Luciano Fetzner, a sociedade precisa lembrar dos nomes dos políticos que têm interesse em entregar o patrimônio público da RS de mão beijada para a iniciativa privada.

“O Banrisul é uma empresa pública de economia mista e que aporta recursos indispensáveis nos cofres públicos do estado. Sem Banrisul, quem sofre é o povo gaúcho que amargará menos investimentos em Saúde, Educação e Segurança. Esperamos que a população de Porto Alegre dê o retorno a estes parlamentares nas urnas, o porto-alegrense precisa mostrar que quem vota contra os interesses dos gaúchos, não merece voltar para um novo mandato”, avalia o dirigente sindical.

Segundo Gimenis, tanto Sangalli, quanto Camozzato, Pimentel e Ramiro estão na contramão do que de fato pensam a ampla maioria dos cidadãos de Porto Alegre e também e do RS.

“Mais de 95% das mulheres e homens que moram no Rio Grande do Sul responderam que são contra a privatização do banco, conforme plebiscito promovido pela CUT-RS no final do ano passado. Dessa forma, quem se posiciona contra um Banrisul público está de fato querendo que o estado perca ainda mais recursos. Em uma época em que os investimentos públicos do RS estão congelados por 10 anos, vender o banco é tirar comida da mesa dos trabalhadores”, avalia Gimenis.

De um universo de 90.265 votantes do Plebiscito Popular sobre as privatizações no Rio Grande do Sul, 85.958 votaram não, o que equivale a consulta ainda obteve 91 votos em branco e 439 anulados.

Fonte: Imprensa SindBancários

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