Sartori desobedece Justiça, mantém parcelamento salarial e Cpers entra com pedido de impeachment

Neste mês de outubro, quando se completam dez meses de salários pagos com atraso pela atual administração estadual, o Cpers/Sindicato entrou com protocolo nesta segunda-feira, 24/10, na Assembleia Legislativa do Estado, pedindo o impeachment do governador José Ivo Sartori (PMDB). Além de uma consulta junto à categoria em setembro último o, a direção da entidade de professores tomou esta decisão após avaliar o quadro atual e as declarações de que pode não pagar no prazo o 13º salário de 2016.

“As famílias estão sofrendo as consequências da irresponsabilidade do governo”, afirmou a presidenta do Cpers, Helenir Aguiar Schürer. Ela lembrou que em agosto do ano passado a entidade já havia conqu7istado uma liminar na Justiça proibindo Sartori de parcelar os salários de professores e funcionários de escola. Dia 5 de setembro, o Tribunal de Justiça/RS julgou o mérito e confirmou a liminar, proibindo os atrasos e parcelamento dos salários. Mesmo assim, a situação continua a mesma, lembra o Sindicato.

PEC 241

Em caminhada na manhã desta segunda-feira em direção à Assembleia Legislativa, para protocolar o pedido de impeachment, os professores também se manifestam contra a PEC 241, que congela por 21 anos as despesas com saúde, educação, saneamento, etc.; e as reformas Previdenciária e do Ensino Médio, assim como o projeto da “Escola sem Partido”, todos em tramitação no Congresso Federal.

A presidenta da entidade de professores do estado avalia que todos estas propostas estão interligadas e prejudicam a maioria da população brasileira. “É preciso esclarecer como a comunidade será atingida pelas medidas. E nós – enquanto educadores – temos que nos posicionar”, afirmou.

Fonte: Imprensa SindBancários, com informações do Jornal do Comércio e foto do SindBancários, de agosto de 2015

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