Rossetto diz para movimentos sociais que Caixa não terá capital aberto

 

Em reunião com integrantes de movimentos sociais na terça-feira, 24/3, em Brasília, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, teria anunciado que o governo não pretende abrir o capital da Caixa Econômica Federal. A notícia é uma resposta à pressão que o Sindicato, trabalhadores e diversas entidades têm feito pela manutenção da Caixa 100% pública.

Em Porto Alegre e Região, o SindBancários deixou clara sua posição contrária à abertura do capital da Caixa no final de dezembro, quando informes anunciavam uma suposta intenção do governo federal de vender ações do único banco 100% público do Brasil. Imediatamente, o Sindicato iniciou uma campanha nas redes sociais e nas ruas, deixando bem clara a sua posição contrária à venda de patrimônio da Caixa. Lançamos a campanha “Nossa Caixa, Nossa Vida – 100% pública” e levamos nossa posição às ruas no dia 28 de janeiro em Ato Nacional das Centrais Sindicais.

 

Durante o mês de fevereiro e início de março, dirigentes do SindBancários trabalharam a mobilização dos colegas nos locais de trabalho. Ações pontuais em agências levaram informações aos colegas da Caixa e a necessidade de haver uma mobilização para impedir a privatização. A Caixa precisa permanecer pública porque, além de outras justificativas, é um banco que faz a gestão de programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, combatendo a desigualdade social e contribuindo para  o crescimento socioeconômico do país.

 

A Caixa é um patrimônio nacional.

 

“Ainda seguimos aguardando uma manifestação oficial por parte da empresa ou do governo. Contudo, a declaração do ministro – ainda que feita em um evento fechado – já representa uma vitória dos empregados e empregadas da Caixa, capitaneados pelo Sindicato”, destaca Wandeir Severo, secretário de Finanças do Sindicato dos Bancários de Brasília e empregado da Caixa.

 

“Seguiremos na luta por uma Caixa 100% pública e cada vez mais sólida. Inclusive com a reaquisição da Caixa Seguros, que já foi totalmente da estatal e que hoje tem a maior parte de seu capital nas mãos da iniciativa privada”, completa Wandeir.

 

Fonte: Imprensa SindBancários, com SEEB Brasília

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