Rodoviários e taxistas protestam no Centro de Porto Alegre contra a falta de segurança

O esfacelamento da segurança pública no estado, que tem trazido medo e adoecimento a bancários e clientes, com o crescente número de ataques a agências, também se reflete em outros setores. Na manhã desta terça-feira, 25/08, dezenas de taxistas, cobradores e motoristas de ônibus e lotações realizaram manifestação contra a falta de segurança nas ruas de Porto Alegre. Além de exigir mais policiamento nas ruas, o principal objetivo é cobrar ações do poder judiciário, já que os trabalhadores dizem ser alvos de criminosos repetidamente presos e liberados pela Justiça.

O grupo se concentrou no Largo Glênio Peres e saiu em caminhada pela Avenida Borges de Medeiros até o Tribunal de Justiça do Estado (TJ). Os dirigentes sindicais entendem que “reforços pontuais de policiamento em Porto Alegre não vêm mostrando resultado suficiente para tranquilizar os funcionários do transporte público”. Segundo o presidente do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi), Luiz Nozari, de cinco a seis motoristas, em média, são alvos de assaltos a táxis por dia.

Vale lembrar que o governo estadual tem precarizado a atuação policial, pois além de parcelar o salário dos servidores da segurança, cortou recursos para despesas básicas, como as viaturas da BM, que nem sempre têm combustível para rodar.

Botão antipânico

Nas últimas semanas, a Brigada Militar confirmou o início da atuação de uma patrulha especial contra assaltos ao transporte coletivo na zona Leste da Capital. A manifestação desta terça dá início a uma campanha batizada de “Transporte seguro, comunidade segura”, promovida por sindicatos dos trabalhadores, que também deve buscar apoio dos poderes Executivo e Legislativo. Nos táxis, os motoristas ainda exigem o funcionamento do botão antipânico, pelo qual dizem pagar taxa há vários meses sem que haja funcionamento.

GPS não funciona

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) garante estar providenciando um convênio com a Secretaria de Segurança Pública para viabilizar a medida. O Sintáxi também cogita ir à Justiça para exigir que a Prefeitura altere a empresa responsável pela instalação do sistema de GPS nos carros, que segundo os trabalhadores não funciona adequadamente.

Fonte: SindBancários com informações e foto da Rádio Guaíba

 

 

 

 

 

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