Proposta de custeio e gestão 2022 assegura Saúde Caixa de qualidade

Nova proposta mantém as principais premissas do plano: Mutualismo, Solidariedade e Pacto Intergeracional

O Saúde Caixa terá um novo modelo de gestão e custeio a partir de 2022. Desde janeiro deste ano, o Grupo de Trabalho realizou dezenas de reuniões com o banco para construir uma proposta que mantivesse a sustentabilidade e garantisse princípios básicos do plano de assistência à saúde dos empregados. A proposta negociada entre o Comando Nacional dos Bancários e a Caixa mantém o Saúde Caixa como plano referência, de autogestão por RH e com garantia da cobrança por grupo familiar.

Conheça as vantagens do Saúde Caixa asseguradas pelos representantes dos trabalhadores na nova proposta.

Autogestão por RH

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Diferentemente dos planos de mercado, geridos por operadoras, os planos de autogestão por RH não têm fins lucrativos e são administrados pela própria empresa empregadora. Esta característica torna o atendimento mais eficiente, já que está mais próximo da realidade e necessidade dos seus usuários. Os custos tendem a ser menores, pois fica mais fácil estudar a população de empregados, implementar programas de promoção à saúde, de prevenção a doenças e de atenção primária.

Adesão

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Todos os empregados, assim como seus dependentes, têm direito de aderir ao plano de saúde. Não existe carência para utilização do plano.
Plano Referência

hospital.pngO Saúde Caixa é um plano referência de cobertura nacional. Abrange cobertura maior do que o rol de   procedimentos obrigatórios previsto pela Agência Nacional de Saúde (ANS) – possui cobertura ambulatorial,  hospitalar com obstetrícia e odontológica. Não há carência nem cobrança de franquias. Além disso, ele tem outros benefícios como programas de prevenção (check-up) e de medicamentos.

Reembolso de medicamentos

remedio.pngO Saúde Caixa reembolsa 50 medicamentos especiais de uso contínuo, desde que não custeados ou oferecidos sem ônus pela rede pública de saúde. Os percentuais de reembolso variam de 50%, 80% e 100%, conforme patologia e posologia definidas em relatório médico.
Modelo de custeio

modelo de custeio.jpgA proporção de contribuição dos empregados é 30%. A participação da Caixa será limitada em 70% ou 6,5% da folha de pagamentos e proventos – o que for menor.

 

Mensalidade

mensalidade.jpgA mensalidade corresponde a 3,5% da remuneração base para o titular do plano e 0,4% para cada dependente direto cadastrado no plano, limitado ao teto de 4,3% por titular. Mensalidade de 0,4% para cada dependente indireto. Teto anual de R$ 3.600,00 por grupo familiar.

 

Coparticipação

coparticipacao _1_.jpgO usuário paga 30% de coparticipação sobre o valor das despesas com a utilização do plano de cada procedimento, exceto em internações e tratamentos oncológicos. No pronto-atendimento há uma franquia de R$ 75,00 (valor fixo) para consulta.

 

Mutualismo, Solidariedade e pacto intergeracional

pessoas.pngO Saúde Caixa é baseado em alguns princípios a fim de tornar o plano mais justo e viável para possibilitar que todos os empregados e seus dependentes possam ter acesso à assistência à saúde. Estas características estão asseguradas na proposta.

Pelo princípio do mutualismo, os usuários contribuem com pouco de recursos financeiros, que formam um volume de recursos mensalmente. Estes recursos pagam as despesas dos que fizerem uso. Cerca de 60 % de todos os participantes usam o plano mensalmente. É importante lembrar que existem despesas que um participante não conseguiria pagar isoladamente, e qualquer um está sujeito a tais intercorrências, por isso a importância dessa premissa.

Com o princípio da solidariedade, cobra-se um percentual sobre o salário de todos os usuários, de forma igualitária. Esta solidariedade entre os beneficiários permite que o percentual descontado de um salário maior viabilize o custeio do plano de quem recebe menos. Vale lembrar que quando se detém uma função de confiança e se está sujeito à destituição, o empregado não precisará deixar o Saúde Caixa, graças ao princípio da solidariedade.

pacto intergeracional garante um plano equilibrado entre jovens (em maior quantidade/menos utilização) e idosos (menor quantidade/mais utilização). O percentual de contribuição é o mesmo, independentemente da faixa etária. Quem tem 60 anos contribui com os mesmos 3,5% de quem tem 20 anos. A diferença é que o número de pessoas com menos de 60 anos é substancialmente maior do que os com mais de 60 anos. A base da pirâmide é mais larga – o plano é composto por mais pessoas jovens do que idosos.

Dessa maneira, enquanto mais novos os empregados contribuem, mas utilizam menos. Quando mais velhos, em que a necessidade de utilização é naturalmente maior, não haverá a obrigatoriedade de contribuição de valores adicionais em função da idade. Logo, os empregados que entrarem na empresa, ajudarão a custear a utilização pelos mais velhos, assim como estes o fizeram no passado.

Fontes: Fenae, APCEF e Contraf-CUT. Edição de Imprensa SindBancários. Ilustração: Fenae.

 

 

 

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