Projeto piloto do Santander expõe funcionários e exclui clientes da agência

Um dos temas polêmicos debatidos pelo Coletivo Estadual de Dirigentes do Santander foi o projeto piloto de atendimento, que prevê a disposição de um bancário das 8h30 às 17h30 no autoatendimento. O caso foi relatado pelo Sindicato de Pelotas em reunião realizada na quinta-feira, 11/5, na Fetrafi-RS, mas situações semelhantes já estão sendo registradas em outras bases sindicais, incluindo a Capital.

Além de expor bancários à insegurança do autoatendimento – pois nem mesmo vigilantes das agências ficam neste setor – verifica-se uma clara tentativa de excluir clientes do atendimento prestado no caixa. De acordo, com o diretor do Sindicato dos Bancários de Pelotas, Luís Diogo, além das questões de segurança, a iniciativa do Banco implica na seletividade do atendimento.

O Sindicato dos Bancários de Pelotas denunciou o caso ao Departamento de Recursos Humanos do Santander, após a implantação do projeto piloto em duas agências daquela cidade. O Santander então suspendeu a nova forma de atendimento nestes locais.

“Nosso objetivo agora é discutir o problema de maneira mais ampla e cobrar do Banco os reais objetivos do projeto, pois o projeto não está sendo implantado somente em Pelotas. A Fetrafi-RS já enviou um ofício à vice-presidente do Santander, Vanessa Lobato, para debater o assunto e entre outros temas importantes para os funcionários do banco espanhol”, destaca o diretor da Fetrafi-RS, Luiz Carlos Barbosa.

O Coletivo Estadual de Dirigentes do Santander também discutiu as mudanças nos planos de saúde e odontológico, impostas de maneira unilateral pelo Santander.

Fonte: Comunicação/Fetrafi-RS

 

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