Pressão do SindBancários por condição de trabalho decente em agência conquista compromisso da diretoria do Banrisul

Mais um caso em que a proteção e a defesa do Sindicato conquistam avanços. Desde a semana passada, a diretoria do SindBancários pressiona a administração do Banrisul por conta de uma lista muito grande de problemas na Agência Lomba do Pinheiro em Porto Alegre. Pois a agência teve que permanecer fechada durante toda a sexta-feira e em toda esta segunda-feira, 9/5, porque o banco não atendia às reivindicações dos colegas e não queria saber de negociar com os dirigentes sindicais.

Nesta segunda-feira, depois que os dirigentes sindicais voltaram até a agência e constataram que os mesmos problemas persistiam, a diretoria do banco veio conversar. Assinalou um compromisso de reverter assédio moral, alocar mais funcionários para a unidade. A diretoria também marcou reunião para a próxima quarta-feira, 11/5, com dirigentes do SindBancários.

Os problemas são de toda a ordem. Há perseguição política a delegado sindical. O mobiliário é inadequado, assim como a iluminação e falta pessoal, o que gera sobrecarga de trabalho, adoecimento e muita pressão.

“O Banrisul se comprometeu em reverter o processo de perseguição com delegado sindical. Além disso, há um projeto de trazer, até o final do mês, mais gente para a unidade. Falam em ampliar o quadro da unidade. Vamos debater os demais problemas e buscar de soluções”, destacou o secretário-geral do SindBancários e funcionário do Banrisul, Luciano Fetzner.

Com a sinalização do banco para uma solução negociada aos problemas, as mobilizações em frente à agência desde a semana passada serão interrompidas. Na segunda-feira, dirigentes sindicais ofereceram o tradicional salchipão na calçada em frente à unidade paralisada. O Sindicato está atento e cobrará a implantação das soluções na Agência Lomba do Pinheiro do Banrisul com brevidade e atendendo a necessidade de colegas e clientes do banco público.

“O Sindicato não admite, sob hipótese alguma, nenhum ataque a delegado sindical muito menos retrocesso nos direitos dos trabalhadores. Também é ilegal e fere a CLT impedir que dirigentes sindicais ingressem nos locais de trabalho. Vamos negociar, mas também estamos atentos. Aquela agência exige soluções urgentes. Se não houver avanços logo, vamos avaliar a retomada das mobilizações em frente a essa agência”, explicou o presidente do SindBancários, Everton Gimenis.

Fonte: Imprensa SindBancários

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