Presidente do SindBancários defende bancos públicos e repudia gestores que desmontam serviços públicos em ato de greve do Simpa

A entrega dos bancos de fomento. A ameaça de desmontar um banco como o Banrisul para manter o pagamento de juros da dívida pública para grandes bancos. E o discurso de crise. Compreenderam? Um governo fica dizendo que não tem dinheiro nem para pagar funcionários públicos, parcela salários e só fala que tem que cortar, vender e entregar para empresários. Milhares de municipários ocuparam, nesta segunda-feira, 23/10, o Paço Municipal, no 19° dia de greve da categoria para dizer ao prefeito que retire seu pacote de maldades que leva embora direitos de trabalhadores e do povo de Porto Alegre.

Foi com esse discurso que o presidente do SindBancários participou na segunda-feira, 23/10, de uma mobilização do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA) durante a greve dos servidores públicos municipais. A manifestação ocorreu na frente da sede da Prefeitura e tinha um alvo: o autoritário, desmontador de serviços públicos e amigo íntimo de empresários, o prefeito Nelson Marchezan Junior. Sobre sua administração podemos dizer que quer entregar a Carris, reduzir direitos dos municipários, perseguir professores, armar a Guarda Municipal com cassetetes pe esc udos para mandar bater em professor. E, além de tudo, mostrar uma incapacidade administrativa que pode ser medida pelos milhares de buracos nas ruas de Porto Alegre e pelo marketismo que inclui até a dancinha do Despacito.

Hoje estivemos apoiando a luta dos municipários de Porto Alegre. Dissemos que a luta deles é de todo povo da nossa cidade. Porque quando o Prefake, filhote da ditadura e fascista de plantão como o Marchezan ataca os serviços públicos e os funcionários públicos, está atacando o povo trabalhador e os menos favorecidos da nossa cidade. Porque são esses que precisam de serviços públicos de qualidade como educação, saúde, transporte, água, coleta de lixo e outros”, disse Gimenis.

Gimenis lembrou que os administradores públicos de partidos como o PSDB, caso de Marchezan, e do PMDB, caso do governador José Ivo Sartori, têm se caracterizado por administrações que procuram acabar com empresas públicas para manter o pagamento das dívidas ao sistema financeiro. “Esse tipo de administrador, como o João Doria, do mesmo partido do prefeito, só investem em marketing. Não adianta nada ir dançar na periferia, fazer visita em escola e distribuir bolo e refrigerante para as crianças se falta competência e sensibilidade para ver o Estado e o município como instituições capazes de gerar desenvolvimento e emprego. Tem que ter empatia com os pobres, com as pessoas que mais precisam. Se não, ficam pensando em distribuir ração e não têm competência nem opara asfaltar as ruas”, acrescentou Gimenis.

O presidente citou o caso do governador Sartori e a insistência em vender bancos públicos como Barnsiul e agências de fomento como o Badesul e o BRDE para tirar o Estado da crise financeira. “O Sartori é o mesmo caso. Fala em vender tudo que é público para entrar no regime fiscal do Temer que é um mau negócio para o povo gaúcho. Ele quer trocar toda a estrutura pública para ficar três anos sem pagar a dívida e aumentar de R$ 50 bilhões para R$ 80 bilhões”, explicou o rpesidente do SindBancários.

Fonte: Imprensa SindBancários

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