O racismo nosso de cada estrutura

CUT-RS lembra 13 de maio e denuncia racismo estrutural e invisibilidade do povo negro

A CUT-RS, através da Secretaria de Combate ao Racismo, denuncia neste 13 de maio em tempos de pandemia que os trabalhadores e as trabalhadoras da raça negra continuam vivos e vivas, empoderados e empoderadas, enfrentando o maior algoz, que é o racismo estrutural e a invisibilidade do povo negro na sociedade.

“Depois de mais de 300 anos, a população negra foi vítima de genocídio no Brasil, pois só nos queriam como força de trabalho e não como povo construtor dessa nação”, afirma a secretária de Combate ao Racismo da CUT-RS, Isis Marques, que também é funcionário do banco Itaú e diretora da Fetrafi-RS.

Ela critica que “várias leis de extermínio foram criadas ao longo da história para diminuir e até eliminar o povo negro do País, como a conhecia lei da vadiagem, dentre outras tantas”.

“Temos o compromisso de ser agentes de transformação dessa realidade tão cruel, desumana e perversa que acomete a população negra e, por isso, o 13 de maio é mais um dia de reflexão e luta por uma sociedade justa e igualitária, onde todas as raças tenham voz e vez”, aponta Isis.

Fonte: CUT-RS

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