Nova maldade: Bolsonaro quer tirar tíquetes Refeição e Alimentação dos trabalhadores

Terceiro ato Fora Bolsonaro, no sábado 24 (24J), deverá ser o maior já realizado no país

Há mais um motivo forte para que os bancários gaúchos e de todo o país se engajem, protestem e participem com muita disposição das grande manifestações e atos pelo “Fora Bolsonaro”, programados para o sábado, dia 24 de julho (24J). É que a reforma tributária pretendida pelo governo quer acabar com a isenção fiscal para as empresas que oferecem tíquetes refeição e alimentação. Numa economia esfacelada, com inflação alta em que preços não param de subir, os tíquetes ajudam a salvar o mês do trabalhador e trazem comida à mesa. O governo joga contra o povo. Se aprovada, a proposta vai acabar com os tiquetes e gerar ainda mais desemprego, prejudicando bares e restaurantes. Não dá para ficar quieto e não mostrar toda a nossa insatisfação.

 

 Porto Alegre e Interior

 

 Em todo o RS, vários atos estão sendo definidos e serão divulgados ao longo da semana. Em Porto Alegre, será realizada a Marcha dos 100 mil, com concentração às 15h, no Largo Glênio Peres. A CUT, que organiza em conjunto com os movimentos sociais que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, projeta um grande ato “por vacina já para todos e todas, por empregos e contra a fome; pelo auxílio emergencial de R$ 600, contra a reforma Administrativa e as privatizações”, nas capitais e nas cidades do interior do país, no próximo sábado, .

Impeachment já

Os dirigentes da CUT estão otimistas e acreditam que este ato será o maior dos três já realizados este ano, em 29 de maio, 19 de junho e 3 de julho.  E para fortalecer o ato e obrigar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a pautar um dos 120 pedidos de impeachment de Bolsonaro, inclusive o superpedido protocolocado pela Central, partidos políticos e movimentos sociais, estão sendo organizadas plenárias estaduais com os participantes da campanha “Fora Bolsonaro”. O objetivo é, inclusive, ampliar a participação de todos os segmentos que defendem o fim deste governo genocida.

CUT Nacional

A unidade política dos movimentos sociais e de outros setores da sociedade, para que o ato seja o maior registrado até hoje, é destacada pelo secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Ariovaldo de Camargo, e pelo diretor da Executiva Nacional da CUT, Milton dos Santos Rezende, o Miltinho. Segundo eles, serão muito bem vindos aqueles que quiserem se juntar à CUT e aos movimentos sociais na ocupação das ruas com a bandeira “Fora Bolsonaro”.

“Tem de ter unidade entre diversos setores, apesar das opiniões diferentes. Neste momento, é preciso abandonar essas diferenças e caminhar no que é convergente, no que nos unifica, que é tirar Bolsonaro do poder”, destaca Ariovaldo.

Fonte: CUT RS, CUT Nacional, SindBancários do RJ. Edição e Redação: Imprensa SindBancários. Foto: CUT Nacional

 

 

 

Bancários e bancárias têm muitos motivos para participar dos protestos contra o Governo Bolsonaro neste sábado, dia 24 de julho: a reforma da previdência, os 70 milhões de vaacinas da Pfizer que o governo não comprou em 2020, matando milhares de pessoas; a corrupção na compra de vacinas (até 1.000% mais caras) e o projeto de privatização, que inclui bancos públicos, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
Agora a categoria tem mais um forte motivo para protestar: a reforma tributária do governo quer acabar com a isenção fiscal para as empresas que oferecem tíquetes refeição e alimentação. Numa economia em frangalhos, inflação alta em que preços não param de subir, o bancário sabe que os tíquetes salvam o mês do trabalhador e trazem comida à mesa. O governo joga contra o povo. Se aprovada, a proposta vai acabar com os tiquetes e gerar ainda mais desemprego, prejudicando bares e restaurantes. Basta. Proteste.

 

 

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