No domingo, 31/01, houve manifestações contra Bolsonaro em 15 países ao redor do mundo

"Stop Bolsonaro Mundial" também foi realizado em dezenas de cidades e capitais brasileiras

Na luta pelo “Stop Bolsonaro”, atos virtuais, carreatas, bicicletadas, faixaços, panelaços, projetaços e buzinaços ocorreram no último domingo, 31/01, em 54 cidades de 15 países no mundo. É a quarta edição do protesto que é organizado desde junho de 2020 por diversas iniciativas, movimentos sociais e sindicais, coletivos, partidos e por militâncias independências. O que os une é a indignação com a necropolítica e o genocídio causados pelo descaso sanitário, corrupção e incompetência do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL).

Desde o início de seu mandato, além de não se importar com crimes ambientais, desigualdades sociais, racismo estrutural e negar a pandemia, pratica a misoginia, a homofobia, o racismo, o discurso de ódio, o governo bolsonarista espalha informações falsas que enganam a população, age com total desrespeito moral e atua de forma leviana e cruel para com o povo. O resultado são mortes sem hospitais, sem vacina e até mesmo por desnutrição.

Do Pandemônio à Pandemia

Com o nome ‘Do Pandemônio à Pandemia’, os atos do domingo, em todo o planeta, “ajudam a mostrar que o pandemônio causado por Bolsonaro já existia antes da pandemia do novo coronavírus, e que a crise sanitária só veio expor ainda mais o poder destrutivo de seu governo”, afirmou a ativista Marcia Nunes, moradora na Holanda, membro do coletivo Amsterdam pela Democracia, da Frente Internacional Brasileira contra o golpe e pela Democracia (FIBRA) e do movimento Stop Bolsonaro mundial.

A organização pluripartidária do Stop Bolsonaro Mundial reúne pessoas de todos os credos e origens, feministas, antirracistas, antifascistas, ativistas pelos direitos humanos, líderes de movimentos sociais no Brasil e no exterior, que lutam pelas causas sociais, raciais, de gênero, ambientais e políticas, promovendo atos nas redes e nas ruas, considerando todos os cuidados sanitários e medidas de segurança e prevenção.

Gangsteres

“É preciso entender que não é normal um governo simplesmente ignorar os problemas pertinentes ao país e à população, que governa apenas em prol de seus próprios interesses e de sua família de gangsteres”, diz parte do texto da chamada para os atos do dia 31 em todo o mundo.

No domingo, também de forma virtual, o Stop Bolsonaro  também promoveu uma atividade de painéis sobe racismo, desconstrução do patriarcado, o ataque ao meio ambiente, sobre as crises socioeconômica e sociocultural. O encerramento da atividade foi feita pela deputada gaúcha por Manuela D’ávila, Aida Anacleto, Shirlei Krenak , Márcia Tiburi e representantes da organização do Stop Bolsonaro Mundial.

CUT 

O Secretário de Relações Internacionais da CUT, Antônio Lisboa, disse que a realização de mais uma edição do #StopBolsonaroMundial demonstra que no mundo inteiro as pessoas estão preocupadas com os crimes cometidos por este presidente fascista contra o povo brasileiro e o planeta. “E por isso a mobilização pela retirada dele da presidente cresce a cada dia”, reforçou o sindicalista. No Brasil, também aconteceram manifestações pelo “Stop Bolsonaro” em 25 cidades, incluindo capitais como São Paulo, RJ, Florianópolis, Manaus, Recife, BH, Aracaju, São Luiz, Natal, Fortaleza e Brasília.

Fontes: CUT Nacional, com Edição de Imprensa SindBancários. Foto: Stop Bolsonaro Mundial

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