Marcando em cima – RS, um estado “islâmico”?

RS de Sartori, um estado “islâmico”?

O mundo inteiro está chocado pela explosão gratuita de relíquias históricas e arquitetônicas de dois mil anos atrás, na Síria, pelo Estado Islâmico. Independente da religião de Maomé, na gíria brasileira “islâmico” já há muitos anos quer dizer situação difícil, complicada, barra pesada. Nesse sentido, ao vermos as políticas de destruição de salários e direitos do funcionalismo e da população, implantadas pelo todo poderoso governador Sartori, agora pressionando pelo aumento de impostos, será que não se pode dizer que ele está pretendo transformar o Rio Grande do Sul num estado “islâmico”?

Itaú e a pressão na campanha salarial

Num momento em que está começando a Campanha Salarial unificada dos bancários em todo o país, o diretor de Varejo do Itaú, em reunião em São Paulo, semana passada, afirmou que nos próximos três anos o banco iria fechar 15% de suas quatro mil agências físicas. Ora, isso seria uma guinada radical e arriscada em uma política absolutamente vantajosa para a instituição: no segundo trimestre deste ano, o Itaú registrou lucro líquido de R$ 5,984 bilhões, o maior da história para um 2º trimestre, e o segundo maior da história em valores nominais entre os bancos brasileiros de capital aberto para o período, atrás apenas do Banco do Brasil em 2013. Nada como um terrorismo básico às vésperas de uma campanha salarial.

CineBancários não perde o foco

A Casa do Bancário – onde funciona o SindBancários, no Centro Histórico de Porto Alegre – já mostra em sua denominação que se trata de uma proposta que vai além do sindicalismo. Entre outros serviços, o Sindicato investe e disponibiliza arte e cultura aos bancários e coletividade, com oficinas de literatura, biblioteca, exposições e até um concurso musical. Um dos principais polos, desde 2008, é CineBancários, que conquistou espaço e respeitabilidade apostando em filmes de qualidade e inéditos em Porto Alegre. O privilégio é do cinema nacional e latino-americano. Algumas das obras são seguidas de debates com especialistas e público. Agora é a hora e a vez do filme, com Regina Casé, que debate a nova realidade social do Brasil, e que está cotado para representar o país no Oscar deste ano. Venha conferir “Que horas ela chega”, afinal.

 

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

FACEBOOK

SERVIÇOS

CHARGES

VÍDEOS

O BANCÁRIO

TWITTER