Grupo de Caminhada: superação e solidariedade no Morro da Tapera

A solidariedade e a superação foram marca da primeira trilha do Grupo de Caminhada do SindBancários, realizado no Moro da Tapera nesta terça, dia 10/12. Se a chuva impediu a realização da atividade algumas vezes, o sol resolveu brilhar – forte e intenso.

Mas o calor não foi o único obstáculo que o grupo precisou superar. Teve quem enfrentou o medo de altura, o cansaço e, principalmente, as subidas e descidas íngremes da trilha. Nunca sozinho: os próprios participantes do grupo ajudavam e motivavam os outros.

No final, todos completaram com sucesso a trilha, tendo como prêmio uma espetacular vista panorâmica de Porto Alegre. A atividade foi acompanhada pela professora de Educação Física Claudia Lucchese. Daniel Raiz Trail guiou o grupo pelas trilhas do Morro, em um percurso de pouco mais de 5 quilômetros, percorridos em duas horas.

“A trilha não foi fácil, mas é exatamente isso que tem sido a marca do nosso grupo de caminhada: a disposição para enfrentar desafios, de se lançar fora da nossa zona de conforto e realizar atividades diferentes do que estamos acostumados. Mais que isso, o grupo agiu como um grupo, com todos se auxiliando”, observou a diretora de Aposentados e Seguridade Social do SindBancários, Natalina Gué.

A professora de Educação Física Claudia Lucchese, que vem acompanhando e orientando as atividades do grupo, não se cansou de animar a equipe no começo da trilha e de elogiar os participantes ao final. “Estão todos de parabéns. Esta trilha não é nada fácil, é uma das mais difíceis que conheço e todos conseguiram completá-la. Não é pra qualquer um”, afirmou Claudia.

O Morro da Tapera, localizado na Zona Sul, é o terceiro morro mais alto de Porto Alegre. Foi, por muitas décadas, onde funcionou a pedreira que forneceu os materiais para construção da Catedral Metropolitana e do Palácio Piratini. Hoje, é uma das únicas áreas da Capital onde a vegetação nativa ainda está preservada, com predominância da estepe gramínio-lenhosa (campo), com florestas de galeria.

Além da vista exuberante, chama a atenção uma pedra chamada de “Pedra do Rei”, uma grande rocha que parece suspensa. O nome foi dado pelos praticantes de ciclismo e caminhadas que frequentam a região.

Fonte: Imprensa/SindBancários

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