Governo estuda prorrogar auxílio emergencial até setembro

Equipe econômica quer manter os mesmos valores rebaixados, de R$ 150,00 a R$ 375,00

Após muitas críticas ao fim do auxílio emergencial, num país com economia estagnada e sob pandemia, desgoverno Bolsonaro estuda prorrogar o auxílio por mais dois meses. Com isso, a ajuda voltada aos mais vulneráveis durante a pandemia de Covid-19 pode ser estendida até setembro, nos mesmos valores de R$ 150 a R$ 375 e com igual alcance em termos de público. Hoje, o auxílio contempla cerca de 39,1 milhões de pessoas.

Crédito extraordinário

A equipe econômica deverá abrir um crédito extraordinário de aproximadamente R$ 12 bilhões. O valor vai reforçar os cerca de R$ 7 bilhões ainda disponíveis dentro dos R$ 44 bilhões já destinados ao programa e que não foram usados porque o número de famílias na nova rodada ficou abaixo do inicialmente projetado.

O crédito extraordinário banca despesas emergenciais e fica fora do teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação.

A extensão da ajuda a vulneráveis é uma forma de manter a assistência às famílias em um cenário de risco de agravamento da pandemia de Covid-19 e também evita um “vácuo” até o lançamento da nova política social permanente do governo.

No quadro atual, a última parcela é prevista para julho deste ano. No entanto, fontes do governo dizem que “alguma prorrogação é razoável”, dado que o número de casos e óbitos pela doença parou de cair.

Fontes: Agência Estado e site R 7, com Correio do Povo e Rádio Guaíba Notícias. Edição de Imprensa SindBancários.  Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil/Brasil de Fato

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