Funcionários da Caixa devem acertar compensação pelo dia de paralisação em 15 de abril sem desconto salarial

Cada funcionário da Caixa Econômica Federal que participou do Dia Nacional de Paralisação contra a Terceirização, em 15 de abril deste ano, deve ajustar, junto ao gerente ou gestor de sua unidade de trabalho, uma forma de compensação. A orientação é do advogado Antônio Vicente Martins, assessor jurídico do SindBancários, lembrando que ainda em maio o Sindicato entrou com ação na Justiça do Trabalho neste sentido.

“Na maioria dos casos este acordo está sendo cumprido”, informa Martins. “O bancário deve acertar com o gestor se faz a compensação na forma de meia hora ou de uma hora a mais de trabalho diário, até completar a carga horária do dia que faltou”, explica.

O processo ajuizado pelo SindBancários sobre ilegalidade do enquadramento por falta injustificada – em razão da paralisação nacional – – teve homologação pelo juiz do Tribunal Regional do Trabalho em 25 de junho.

Paralisação de 29 de maio

No dia 29 de maio houve nova manifestação, referente ao Dia Nacional de Paralisação contra a Terceirização, quando trabalhadores de todo o país, incluindo a categoria bancária, paralisaram suas atividades contra o PL da Terceirização.

Mas o advogado do Sindicato lembra que ainda não há comprovação de que a paralisação nesta data esteja sendo descontada dos trabalhadores da Caixa. “Em caso de recebermos denúncia neste sentido, também ingressaremos com processo na Justiça do Trabalho, buscando forma de compensação sem desconto aos funcionários da Caixa”.

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