Folha denuncia “rachadinha” no gabinete de Bolsonaro quando era deputado

Políticos de oposição pedem investigação e senador da Rede quer presença do MP Federal

Conforme análise de documentos publicados pela Folha de S. Paulo, no domingo, 05/07, há fortes evidências do funcionamento do esquema de “rachadinhas” no Gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro, entre 1991 e 2018.  O senador Randolfe Rodrigues (AP), da Rede, já afirmou que pedirá investigação do Ministério Público Federal sobre o caso. Em suas redes sociais, o senador apontou para a intensa movimentação salarial e as exonerações de fachada ocorridas no gabinete parlamentar do hoje presidente da República.

A reportagem da Folha mostra que os documentos relativos aos 28 anos em que Jair Bolsonaro foi deputado federal, deixam claro que houve sempre uma “intensa e incomum rotatividade salarial de seus assessores, atingindo cerca de um terço das mais de cem pessoas que passaram por seu gabinete nesse período”.

“Modelo de gestão”

O jornal paulista revelou que O “modelo de gestão” do deputado Jair Bolsonaro, na Câmara Federal,  incluía ainda exonerações de auxiliares que eram recontratados no mesmo dia. A prática visava a obtenção do recebimento de rescisão contratual indevida e acabou sendo proibida pela Câmara dos Deputados, sob o argumento de ser lesiva aos cofres públicos.

Salários quadruplicados e reduzidos

Os boletins administrativos da Casa mostram que assessores chegavam a ter os salários dobrados, triplicados, quadruplicados, o que não impedia que pouco tempo depois tivessem as remunerações reduzidas a menos de metade.

Fonte: Folha de S.Paulo

 

 

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