Filme lembra solidariedade e mobilização na Caixa nos anos 90

Exibição acontece na segunda, dia 16, às 19h, com entrada franca

“Não Toque em Meu Companheiro”, filme de Maria Augusta Ramos e coordenado pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), será exibido na segunda, dia 16/3, no CineBancários. A sessão começa às 19h, com entrada franca.

O filme recupera a história de solidariedade a 110 trabalhadores do Caixa que foram demitidos injustamente em Minas Gerais, no Paraná e São Paulo, durante o governo de Fernando Collor de Mello, em 1991. As demissões ocorreram em duas cidades da região Sudeste, Belo Horizonte e São Paulo, e em uma do Sul, Londrina.

“Não Toque em Meu Companheiro”, filme de Maria Augusta Ramos e coordenado pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), dialoga com a mobilização contra o retrocesso no passado e no presente, mirando-se na história de solidariedade a 110 trabalhadores do banco que foram demitidos injustamente em Minas Gerais, no Paraná e São Paulo, durante o governo de Fernando Collor de Mello, em 1991. As demissões ocorreram em duas cidades da região Sudeste, Belo Horizonte e São Paulo, e em uma do Sul, Londrina.

Que tipo de filme é esse? “Não Toque em Meu Companheiro”, ao colocar a cinematografia protagonizada por empregados da Caixa no radar dos frequentadores de cinema, é um enredo robusto que possibilita diversas abordagens históricas, sociais, narrativas, técnicas e estéticas. O documentário, para a surpresa e emoção de quem compareceu à Sala Humberto Mauro, local da exibição, agradou tanto pela qualidade técnica quanto pela discussão que suscita. O tema em destaque é a defesa da Caixa 100% pública e focada no desenvolvimento do Brasil, apesar de também passear pela temática do mercado de trabalho.

“Não Toque em Meu Companheiro” revela que foi exatamente a luta coletiva, no ambiente de trabalho da Caixa Econômica Federal, que possibilitou aos trabalhadores vencerem Collor. A mobilização, durante mais de um ano, abrangeu praticamente toda a categoria país afora e culminou na doação de uma pequena parte dos salários dos que estavam trabalhando nas unidades, com o propósito de amparar financeiramente os demitidos. Resultado: a mobilização denunciando as injustiças e a retirada de direitos seguiu, levando a que, em 1992, o então presidente Collor sofresse impeachment, ao mesmo tempo que todos os 110 trabalhadores foram reintegrados.

É a saga de solidariedade dos empregados da Caixa em relação a colegas de trabalho traduzida em linguagem cinematográfica, para que cada vez mais a sociedade brasileira se entenda como tal.

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