Fetrafi-RS e SindBancários solicitam audiência com o governador eleito para tratar de sistema financeiro gaúcho

Desde que o ministro-chefe da Casa Civil do governo Temer, o gaúcho Eliseu Padilha (leia aqui nota do Sindicato), sugeriu que a partir de 1º de janeiro o acordo da dívida pública do Estado com a União ficaria mais difícil sem que o Banrisul, a CEEE, Sulgás e outras empresas públicas fossem vendidas, o sinal amarelo acendeu para os Banrisulenses, colegas do Badesul e do BRDE. O recado foi claro. Os bancos deveriam continuar na mira de um governo ultraneoliberal do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A pressão aumentaria pela contrapartida do Estado para ingressar no regime de recuperação fiscal.

De imediato, as entidades representativas dos bancários dessas instituições foram à luta.

Na terça-feira, 20/11, A Fetrafi-RS e o SindBancários entregaram na sede do PSDB, no Centro de Porto Alegre, ofício solicitando audiência com o governador eleito, Eduardo Leite, para data mais breve possível. Até a publicação desta matéria, na sexta-feira, 23/11, as entidades ainda não haviam obtido resposta (leia a íntegra do documento ao final desta matéria).

Além do Banrisul, o Sistema Financeiro gaúcho é composto pelas agências de fomento, Badesul e BRDE. Durante a gestão do governador derrotado, José Ivo Sartori (MDB-RS), os três bancos estiveram ameaçados de privatização.

Leia abaixo a íntegra do ofício da Fetrafi-RS e SindBancários

https://www3.sindbancarios.org.br/wp-content/uploads/2018/11/correspondencia_eduardo_leite_19112018-1.pdf

Fonte: Imprensa SindBancários

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