Feira do Vinho esquenta inverno

Espaço Bar do Sindicato lota no primeiro dia da I Feira do Vinho. Evento segue nesta quintas, 4/7, com pães, cervejas, temperos e descontos

Foi por pouco que a reportagem do Sindicato conseguiu conversar com todos os cinco feirantes da I Feira do Vinho do SindBancários, sem interrupções, quando as portas do Espaço Bar da Casa dos Bancários se abriram, às 16h da quarta-feira, 3/7. Logo o espaço encheu e os feirantes não conseguiam dar conta de atender tanta gente.

Se a conversa ficou difícil no primeiro dia, nesta quinta-feira, 4/7, segundo e último dia da feira, há uma nova chance. Os protões abrem às 16h e fecham às 20h. Todos os cartões são aceitos. A montagem da Feira é da Phoenix Eventos. A Casa dos Bancários fica na rua General Câmara, 424, Centro Histórico de Porto Alegre.

Vale a pena. Tem cucas, cervejas artesanais, vinhos, é claro, e até molhos gourmet. A diretora de Aposentados e Seguridade Social do Sindicato e que organizou a I Feira do Vinho do SindBancários, Natalina Gué, saudou a presença dos bancários e de pessoas e de não bancários. “O primeiro dia foi um sucesso. Teve momentos que nem conseguimos caminhar aqui dentro. Hoje (quinta-feira) tem mais. É só chegar”, diz Natalina.

Cucas

A Padaria Beija-Flor enviou cucas para a Feira do Vinho diretamente da colônia alemã. Mais precisamente, de Picada Café, vieram cucas de prestígio, mu-mu, requeijão com goiaba, uva, laranja, framboesa. Basta chegar no espaço bar do Sindicato e olhar para a primeira mesa à esquerda. Estarão lá a Carla Bertussi e a Isabel Recova.

Elas disseram que o pacote da Cuca é de 600 gramas, mas o peso parece ser maior de tão lindas que estão. Fato. As cucas chegavam a estar quentes logo na abertura da I Feira do Vinho por volta das 16h. O preço é 15 reais. “É muito recheio. Estamos com uma promoção muito boa, porque é uma cuca colonial. Em peso custaria 30 reais”, refere Carla.

Cerveja Veterana

O nome é Veterana mas a cervejaria é mais nova. Ainda é, digamos, amadora. Tem só cinco anos. Se o trocadilho não foi tão bom, a cerveja tem sido distinguida em concursos por aí. E pode ser achada nas gôndolas da rede Assun de supermercados. São três medalhas de ouro no Concurso Nacional de Cervejas e uma na Copa Libertadores com uma double black IPA, chamada Velvet.

A ideia do Rafael Lopes, na I Feira do Vinho do SindBancários, é receber as pessoas com vontade de tomar uma ceva artesanal como se estivesse no bar da Cidade Baixa Bier On Demand, que existe há quatro anos. Eles não produzem a cerveja, mas terceirizam em três cervejarias porto-alegrenses. Na Feira, estão com kit de litro, de meio litro e com duas chopeiras para tomar na hora. Valores, de 10 a 30 pila.

Alimentos finos

O casal Nei Pflug Ketzer e Maria Aparecida Drogan, há cinco anos, decidiram que iam investir em algo que fosse bem focado em alimentação. A oportunidade veio com a onda gourmet. Daí, para o nome da empresa que eles criaram, foram algumas palavras. Surgiu então a MercaDoro Alimentos Finos.

Nei conta que começaram com azeite de oliva extravirgem. E foram acrescentando itens para formar uma cartela extensa de produtos gourmet. Na banca que montaram na I Feira do Vinho do SindBancários, oferecem tudo que é condimento pra temperar a veia gourmet do pessoal. E ainda suco de uva integral, e uma cartela de pimenta interessantíssima. “O nosso azeite só tem azeitona. Desculpe a redundância. Não tem falsidade ideológica”, diz Nei.

Um sommelier na Feira

O sommelier de vinhos Arlindo Menocin conta que decidiu representar vinícolas pequenas da serra porque, além de ter o gosto apurado para vinhos, têm uma produção pequena o que aumenta em muito a chance da qualidade ser acima da média. Se você não conhece o Cão Perdigueiro, pois ele é o melhor Trebbiano do Brasil, segundo o sommelier.

Levanta outra garrafa e diz que tem em mãos o melhor brut rosé feito pelo método tradicional do Brasil. Trata-se de um vinho produzido em antônio Prado, na Serra, é claro. Se você não acredita, vá a I Feira do Vinho e peça uma prova. “São vinícolas que não estão no supermercado. Vim aqui para o pessoal conhecer coisas diferentes”, disse Arlindo.

Tradição da Aurora

Tem um caixa de madeira em cima da mesa da Aurora, cooperativa de vinho da Serra gaúcha, tão tradicional quanto o vinho da Serra, que esconde um tesouro. São seis garrafas de cabernet-sauvignon com uma história interessante. Digamos que uma história diferenciada. Trata-se da safra de 2015 que recebe o nome de Millésime.

Esta marca de vinho tem muita história. De 1991 para cá, só houve oito produções dessa marca. A supervisora de vendas do Estado, da aurora, Rejane Farias explica: “Essa marca da Aurora só entra em produção quando a safra de uvas cabernet-sauvignon é perfeita. A última foi a de 2015”, diz Rejane. Mais: O preço tem um desconto bem interessante. Costuma sair por R$ 99. Na Feiura, está a R$ 79.

Fonte: Imprensa SindBancários

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