Entre na corrente SOS Banrisul público para fortalecer PLIP e chegar a 70 mil assinaturas em janeiro

Os Banrisulenses estão correndo contra o tempo, assim como os gaúchos e gaúchas. Isso porque estamos no limite de buscar as 70 mil assinaturas para levar ao Plenário da Assembleia Legislativa um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) que impede qualquer governo do Estado de vender ações do Banrisul e ficar com menos de 51% do controle do banco. Para dar mais visibilidade à importância da coleta de assinaturas e mobilizar a sociedade gaúcha, o SindBancários lançou nesta quinta-feira, 28/12, uma ofensiva para envolver a sociedade gaúcha na defesa do Banrisul público. Trata-se de campanha “SOS Banrisul: Entre na Corrente para defender o Banrisul público”.

Logo cedo pela manhã desta quinta-feira, dirigentes do SindBancários montaram uma tenda em frente a Direção Geral (DG) do Banrisul para colher assinaturas para o PLIP e para convocar os colegas a participarem da ofensiva. Os sócios do Sindicato que foram até a tenda também ganharam sua agenda de 2018. “Temos que lutar muito e resistir à intenção do governo Sartori de vender ações do Banrisul. Os colegas do Banrisul precisam estar atentos. Essa venda de ações é só uma parte da estratégia de entregar o Banrisul. O Sartori, junto com o Temer, querem privatizar o banco”, alerta o presidente do SindBancários, Everton Gimenis.

O diretor de comunicação do Sindicato, Mauro Salles, diz que a ideia da campanha é fazer de cada Banrisulense um agente da coleta de assinatura do PLIP. “Queremos aproveitar os encontros de ano novo para mostrar aos colegas que é possível pegar assinaturas de familiares, amigos e vizinhos. Estamos distribuindo fichas de assinaturas nas nossas tendas. Temos que fazer de tudo, criar uma corrente para defender o Banrisul. Porque o governo do Estado não vai desistir de vender, a qualquer momento, ações do banco”, explicou Mauro.

O jogo discursivo do governo Sartori é pernicioso. Durante três anos, ele ficou dizendo que o Estado estava em crise e que a única saída era entrar no Regime de Recuperação Fiscal e vender o patrimônio público. Já extinguiu Fundações públicas, acabando com a inteligência do Estado, e agora os alvos são os bancos públicos, Banrisul, Badesul e BRDE. A venda dos ativos não vai resolver a crise fiscal. Vender alções do Banrisul, por exemplo, renderia entre R$ 1,5 bilhões e R$ 2 bilhões, o que mal paga uma folha de pagamento dos servidores públicos.

E o Regime de Recuperação Fiscal é uma farsa montado em conluio entre os governos Sartori e Temer. Para ficar três anos sem pagar a dívida com a União, Sartori quer aumentar o estoque da dívida de R$ 50 bilhões para R$ 80 bilhões. Um mau negócios para os gaúchos, para o Estado, para os funcionários públicos e para a economia. Sartori quer fazer o mesmo que o governador Antônio Britto fez em 1996, quando vendeu a CRT. Sartori era líder do governo na Assembleia Legislativa, na época. E vendeu a ideia, junto com o governo, de que a dívida estava resolvida. Sartori, explica para nós, por que então a dívida, nos últimos anos ficou impagável? Nós ajudamos. Vender patrimônio público e continuar pagando uma dívida cujos juros só aumentam gera uma crise atrás da outra. E como o governador adora uma crise para justificar as maldades (venda e extinção de estatais, parcelamento de salários, viaturas da Brigada sem gasolina), quanto pior, melhor para ele. Mas nós, não caímos nessa. Queremos o Banrisul público.

Entenda

> A venda do Banrisul não vai resolver o problema da dívida do Estado.

> A venda de ações do Banrisul vai pagar só uma folha de pagamento dos servidores.

> O Banrisul e o Estado perdem patrimônio.

> Os recursos obtidos com a venda de ações não vão capitalizar o Banrisul.

Saiba como participar e se envolver com o PLIP. Vamos juntos lutar contra a venda de ações do Banrisul

O PLIP (Projeto de Lei de Iniciativa Popular) é uma iniciativa do SindBancários e da Fetarfi-RS para impedir a venda do Banrisul em troca de um acordo de dívida lesivo para o povo gaúcho.

Queremos mudar a Constituição Estadual acrescentando artigos que garantam 51% do total do capital social e do capital votante do Banrisul nas mãos do Estado.

Manter o Banrisul público é uma questão de soberania popular e garantia de investimentos no desenvolvimento econômico e social do RS.

Participe!

O que precisa para assinar o PLIP

> Nome completo
> Número do título de eleitor
> Seção
> Zona eleitoral
> Endereço completo
> Assinatura

Orientações do Sindicato

> O SindBancários alerta para a importância de os Banrisulenses se mobilizarem para coletar assinaturas.

> O Sindicato disponibiliza para a população e os Banrisulenses uma tenda móvel para coletar assinaturas e para distribuir fichas.

> Qualquer pessoa pode solicitar ao Sindicato fichas de inscrição.

As mudanças na Constituição propostas pelo PLIP

Art. 1 – O Estado do Rio Grande do Sul deverá, obrigatoriamente, manter o controle acionário e o poder direto de gestão do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, conservando, no mínimo, 51% (cinquenta e um por cento) do total do capital votante e 51% (cinquenta e um por cento) do total do capital social do Banco.

Art. 2 – Revogam-se as disposições em contrário.

Para imprimir a ficha de assinaturas, utilize leitor de qr code de seu celular ou digite o endereço bit.ly/2ztvgBj no navegador de sua preferência

Precisamos de 70 mil assinaturas até dezembro!

Baixe o arquivo do formulário abaixo, imprima e pegue assinaturas. Entregue a seus familiares, procure seus vizinhos e amigos

 

Leia abaixo a proposta do PLIP para o Banriusl público

CONSIDERANDO que a venda de Ações do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, por parte do Governo, é contrária ao Interesse Público, pois significa uma absurda perda periódica de receitas decorrente dos dividendos a serem auferidos num futuro próximo, como demonstra o exemplo ocorrido há uma década, em que desde então o Poder Público deixou definitivamente de receber parte do Lucro e não mais dispõe do Patrimônio que era de todo o povo gaúcho. Ou seja, se desfazer de ações que geram periódicos dividendos, se constitui numa mera dilapidação do Patrimônio do Estado.

CONSIDERANDO que o Princípio que assegura ao Estado do RGS 51% do capital social de Empresa de Economia Mista, não é estranho ao nosso Ordenamento Jurídico, pois o inc. I do § 6º do art. 22 da Constituição Estadual, o assegura em relação à Companhia Estadual de Energia Elétrica.

ASSIM, no exercício da Soberania Popular prevista no art. 2º, III da Constituição Estadual, bem como do estabelecido no inc. IV do art. 58, e, em especial, com base no regramento insculpido nos artigos 68 e 69 da mesma Carta Gaúcha, os eleitores abaixo subscritos submetem à apreciação da Assembleia Legislativa o presente Projeto de Lei, com o objetivo de preservar o Patrimônio e o Interesse Público do Estado.

Art. 1 – O Estado do Rio Grande do Sul deverá, obrigatoriamente, manter o controle acionário e o poder direto de gestão do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, conservando, no mínimo, 51% (cinquenta e um por cento) do total do capital votante e 51% (cinquenta e um por cento) do total do capital social do Banco.

Art. 2 – Revogam-se as disposições em contrário.

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Fonte: Imprensa SindBancários

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