Em Porto Alegre, 8M reúne milhares contra a Reforma da Previdência

Mulheres e homens também pediram o fim do feminicídio, justiça para Mariele Franco e aborto legal

As atividades pelo Dia Internacional da Mulher terminaram, em Porto Alegre, com um ato e uma marcha que reuniu milhares de gaúchos. Mulheres e homens de todas as idades pediram, lado a lado, o fim do feminicídio, justiça por Mariele Franco, aborto legal e protestaram contra a Reforma da Previdência.

O dia começou com uma Feira Orgânica e a montagem de diversas tendas no Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público, levando o slogan “Pela Vida da Mulher Trabalhadora”. No largo, aconteceram, durante todo o dia oficinas e seminários.

No ato, sindicatos, associações e movimentos sociais se uniram e reuniram milhares de pessoas na Esquina Democrática, antes de uma marcha pela ruas do Centro de Porto Alegre. A bancária do Itaú, diretora da Fetrafi-RS e secretária de Mulheres da CUTRS, Isis Garcia Marques, lembrou que as mulheres recebem, em média, 80,5% do salário dos homens e criticou a Reforma da Previdência.

“Enquanto nos lutamos para diminuir a desigualdade entre homens e mulheres, o governo propõe uma Reforma que vai fazer exatamente o contrário, aprofundando-a. Infelizmente, a realidade ainda é um mercado em que a mulher recebe piores salários, piores condições de trabalho e maiores responsabilidades em casa, no trabalho não remunerado, como o doméstico”, avalia Isis.

Confira a cobertura do SindBancários no 8M em Porto Alegre

Fonte: Imprensa/SindBancários

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