Dia 1º de maio tem ato contra Reforma da Previdência na Orla do Guaíba

Em Porto Alegre, o ato está marcado para às 15h

A CUT-RS e as centrais sindicais estão preparando uma série de atos unitários em Porto Alegre e no interior gaúcho para comemorar o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, que será marcado no Brasil por protestos contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro, por mais empregos e salários decentes.

Em Porto Alegre, o ato está marcado para às 15h, na Orla do Guaíba.

A programação completa ainda será definida em reunião das centrais nesta quarta, dia 23, com a participação da CTB, Força Sindical, CSB, CSP Conlutas, Intersindical, Nova Central, UGT, CGTB, Pública e as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

Haverá diversas atividades culturais e mateadas, dentre outras iniciativas. Também serão montadas barracas para a coleta de assinaturas contra a reforma da Previdência, cujas listas deverão ser entregues pelas centrais ao presidente da Câmara dos Deputados na segunda quinzena de maio.

Clique aqui para acessar o abaixo-assinado.

Construir a greve geral para derrotar a reforma da Previdência

“Nestes últimos anos, o Dia do Trabalhador vem sendo muito mais um dia de luta, de protesto, que de comemorações. E não podemos ficar parados com essa Reforma da Previdência que estão tentando aprovar. É uma Reforma que não só vai levar a maioria dos trabalhadores que se aposentarem à miséria, como terá um impacto direto na geração de empregos. Fazendo os trabalhadores permanecerem mais tempo no mercado de trabalho, o governo vai dificultar a entrada dos jovens, que começarão a contribuir para a previdência mais tarde e demorarão mais tempo ainda para se aposentarem”, analisa o presidente do SindBancários, Everton Gimenis.

“Estamos organizando atos unitários das centrais para dialogar com os trabalhadores e as trabalhadoras sobre a necessidade de derrotar a reforma da Previdência, que significa o fim da aposentadoria. Vamos apontar a importância da construção da greve geral, lembrando que a paralisação de 28 de abril de 2017, a maior na história do Brasil, foi decisiva para enterrar a reforma do golpista Temer, que era menos ruim do que a do Bolsonaro”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

“Vamos denunciar também a política de desmonte cada vez maior dos direitos trabalhistas que o governo de extrema direita vem anunciando, como o fim dos aumentos reais para o salário mínimo. Se os governos Lula e Dilma não tivessem concedido reajustes acima da inflação, o mínimo não seria hoje R$ 998, mas sim R$ 573”, ressalta o dirigente sindical.

Nespolo salienta que o 1º de Maio é ainda uma oportunidade para defender mais empregos com carteira assinada e salários decentes. “Quando os golpistas aprovaram a reforma trabalhista prometeram milhões de postos de trabalho, mas enganaram a sociedade brasileira. O desemprego aumentou para 12,4% e atingiu 13,1 milhões de brasileiros e brasileiras em fevereiro”, denuncia. “O que o desmonte da CLT gerou foi maior precarização do trabalho, com contratos intermitentes e jornadas parciais, piorando as condições de vida da classe trabalhadora”.

Fonte: CUT-RS com edição de Imprensa/SindBancários

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