Defesa dos empregos dos bancários do HSBC pelo SindBancários repercute em jornal de Porto Alegre

O presidente do SindBancários, Everton Gimenis, e o diretor do Sindicato e funcionário do HSBC, José Orlando Ribeiro, estão entre as fontes de uma reportagem publicada no Jornal do Comércio, de Porto Alegre, sobre os efeitos da venda do HSBC na vida dos bancários. Desde que a diretoria do banco confirmou a intenção de venda no Brasil e na Turquia, em 9 de junho, o SindBancários passou a fazer parte de uma mobilização nacional em defesa dos empregos no banco inglês. Neste mesmo dia, realizamos um Ato em Defesa dos Empregos na sede da Superintendência Regional, em Porto Alegre.

Leia aqui a reportagem completa do jornal do Comércio nesta segunda-feira, 29/6.

A reportagem foi publicada na página 6 da edição impressa desta segunda-feira, 29/6. O presidente do SindBancários reitera a defesa dos empregos e diz que tanto o HSBC quanto o banco comprador terão que firmar um compromisso com o trabalhadores. “Nós, dirigentes sindicais, sabemos que não adianta os banqueiros apenas dizerem que não vão demitir. Essa garantia que a direção do HSBC no Brasil está dando tem que ser firmada por meio de um compromisso formal. Tanto os atuais controladores quanto o banco que comprar o HSBC têm que garantir os empregos por escrito em um documento”, disse Gimenis na reportagem.

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Jornal Rede Global

Além da repercussão da luta dos trabalhadores contra as demissões no HSBC, um jornal foi lançado nesta segunda-feira, 29/6, pela Contraf-CUT. Trata-se do jornal da Rede Global Bancária. A publicação tem por objetivo fortalecer a Jornada das Américas em defesa do emprego no HSBC, que acontece nesta terça-feira, 30/6, em todos os países da América Latina em que o banco atua.

A edição relata o encontro entre a direção da Contraf-CUT com o ministro da Secretaria-geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), a vice prefeita de Curitiba Mirian Gonçalves(PT), no dia 23 de junho, no Palácio do Planalto, em Brasília. Na reunião, os representantes dos trabalhadores entregaram um documento que destaca os prejuízos que um processo de demissão em massa pode trazer para os trabalhadores e também para a economia do País.

O ministro Miguel Rossetto se comprometeu a marcar uma reunião com o HSBC e solicitar informações com a matriz no banco, na Inglaterra. Nesta terça-feira, 30/6,  parlamentares e sindicalistas terão reunião no CADE e na quarta-feira, 1º/6, no Banco Central.

Os representantes do HSBC informaram que os anúncios feitos pelo presidente mundial do banco, Stuart Gulliver, foram mal compreendidos e distorcidos, que não haverá demissão em massa de bancários no Brasil. Segundo eles, a decisão de deixar de operar no Brasil e na Turquia faz parte da estratégia global da empresa. Afirmaram que há um processo normal de venda e que pretendem manter os empregados e entregar o banco operando normalmente, até que os novos controladores assumam.

O HSBC se comprometeu a fazer reuniões a cada quinze dias com a Contraf-CUT para informar como anda o processo de venda do banco.

A publicação registra também a carta enviada pela UNI Finanças ao presidente mundial do HSBC, Stuart Gulliver, solicitando a abertura de diálogo com os sindicatos e enviada para o Bank of England (Banco Central inglês) pedindo que a direção do banco intervenha para que o HSBC abra o diálogo com os trabalhadores.

Leia abaixo o jornal da Rede Global Bancária sobre a mobilização em defesa dos empregos no HSBC.

https://www3.sindbancarios.org.br/wp-content/uploads/2014/07/rede_global_hsbc_29062015.pdf

Fonte: SindBancários/Contraf-CUT

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