Comitê lança propostas para um BB engajado com o desenvolvimento do país

Contraf-CUT apresenta plano para que instituição volte a fortalecer seu papel social e econômico

O Comitê de Luta em Defesa do Banco do Brasil, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), está lançando o documento “Propostas para o BB público em um governo democrático e popular”.

“O objetivo do material é trazer uma reflexão sobre o papel do BB como uma instituição que que pode liderar um projeto de desenvolvimento do país sustentável e includente e, assim, colaborar com um novo governo democrático e popular”, explicou o vice-presidente da Contraf-CUT, responsável pelo Comitê, Vinícius Assumpção.

“Apesar da importância histórica do BB para o desenvolvimento do país, nos últimos anos a instituição vem se transformando em mais um banco do mercado, onde os serviços especiais são reservados para os clientes mais ricos, as taxas de juros são abusivas e o crédito é reservado para quem tem bens e recursos”, complementou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Nos últimos anos, a instituição sofreu um processo de desmonte: são mais de 1.400 agências fechadas e redução de mais de 20 mil funcionários. E um dos propósitos do documento é mostrar como esse enxugamento não é ruim apenas para quem trabalha no BB, mas para o país”, prosseguiu.

O estudo “Propostas para o BB público em um governo democrático e popular” é dividido em cinco partes: apresentação; contexto macroeconômico; regulação do sistema financeiro nacional; função social do BB; e estratégia corporativa do banco.

Para a dirigente da Fetrafi-RS, Priscila Aguirres, a retomada do Banco do Brasil enquanto Instituição financeira pública é algo a ser celebrado, mesmo que a empresa permaneça tendo caráter de economia mista.

“ O BB é responsável não apenas por aumentar o lucro de seus acionistas, mas também por utilizar sua parte majoritária, que é pública, em benefício da população. Estamos falando da concessão de crédito mais barato, abertura de contas para quem precisa, entre outras medidas”, aponta a diretora, que enxerga no comprometimento da direção com o espírito público do banco, uma vitória da classe trabalhadora como um todo.

Clique aqui para acessar o documento na íntegra.

Fonte: Contraf-CUT

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