Comando Nacional dos Bancários convoca participação em atos do 1º de Maio em defesa da democracia pelo país

Um Primeiro de Maio de luta em defesa da democracia. Essa foi a principal resolução da reunião de organização do Comando Nacional dos Bancários, na segunda-feira, 25/4,  na sede da Contraf-CUT, em São Paulo. O presidente do SindBancários, Everton Gimenis, participou do encontro.

Para Gimenis, há muito em jogo no que se refere aos direitos dos trabalhadores. Ele cita os 55 projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado e que têm como objetivo fazer modificações para dar legalidade ao golpe nos direitos dos trabalhadores. “A autorização ao processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff é uma cortina de fumaça para que verdadeiras quadrilhas de corruptos assaltem e reduzam direitos dos trabalhadores”, avaliou Gimenis.

O presidente do SindBancário também mencionou o documento “Uma Ponte para o Futuro”, lançado pelo PMDB em outubro passado e anunciado como projeto de governo em futuro governo Michel Temer. “Se essa estratégia de derrubada da presidenta se confirmar, eles vão atacar direitos dos trabalhadores com redução de direitos, salários para fazer déficit fiscal e aumentar o lucro de grandes empresário, como os banqueiros. Esse projeto tem a parceria da FIESP, a federação que organiza as grandes empresas paulistas e que defende abertamente o impeachment e a redução de impostos para os ricos”, acrescentou Gimenis, que diz que a participação dos bancários e bancárias da base do SindiBancários no Ato em Defsa da Democracia, chamado pela CUT, no Parque da Redenção, domingo, 1º de Maio, junto ao Monumento ao Expedicionário é fundamental.

Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional, convoca a categoria para continuar nas ruas. “Os bancários estiveram em todas as lutas travadas pelos movimentos sociais até agora. Nós tivemos muita unidade para assumir o protagonismo desse processo até agora.”

Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional, concorda. “Precisamos fazer um Primeiro de Maio que mobilize o Brasil inteiro. Não tem nada perdido. O jogo só acaba quando termina. Temos que continuar indo para as ruas e denunciar o golpe que está em curso.”

Fonte: Contraf-CUT

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