Comando Nacional define: Sem aumento real não tem acordo!

Sem aumento real não tem acordo. Essa foi a avaliação do Comando Nacional dos Bancários em reunião realizado na sexta-feira, 2/10, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo. O encontro foi convocado para debater as assembleias realizadas pelos sindicatos em todo o Brasil, em que os bancários rejeitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e deflagraram greve por tempo indeterminado, a partir desta terça-feira, 6/10.

A reunião do Comando contou ainda com a definição de estratégias para a greve e para as assembleias de organização, que acontecem nesta segunda-feira, 5/10. Além de informes sobre o andamento das negociações dos bancos públicos, como Banco do Brasil e Caixa. A assembleia organizativa da base do SindBancários ocorre nesta segunda-feira, 5/10, às 18h, no Clube do Comércio, em Porto Alegre, na rua dos Andradas, 1.085.

O presidente do SindBancários, Everton Gimenis, fez um chamado à participação dos trabalhadores na GREVE, decidida na quarta-feira, 30/9, por unanimidade.  “Esta é uma greve diferente. Os banqueiros vieram para mesa de negociação para tentar derrotar o nosso movimento e encerrar um ciclo de aumentos reais. Precisamos da mobilização, da participação de colegas de bancos públicos e privados para enfrentar essa tentativa de derrotar a nossa greve”, avalia Gimenis (Leia aqui a íntegra do chamado à participação do presidente).

Oportunismo da Fenaban

Para Roberto Von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional, a Fenaban está sendo oportunista. “Eles querem aproveitar o momento político instável do Brasil para rebaixar a força do movimento sindical. Mas, eles vão se decepcionar. Os trabalhadores unidos mostrarão toda sua força de mobilização na greve”, convocou.

Ainda nesta sexta, o Comando Nacional enviou um oficio à Fenaban, para oficializar a aprovação de greve nacional unificada pela categoria. Na quarta, o Comando já havia informado à Fenaban de que estaria reunido e aberto para uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores.

Fonte: Contraf-CUT

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