Com apoio sindical, Márcio de Souza disputa diretoria de Planejamento da Previ

Para ocupar o cargo de novo diretor de Planejamento da Previ, cargo que ficou vago com a renúncia do ocupante anterior, está em campanha pelo país o colega do Banco do Brasil Marcio de Souza, do Rio de Janeiro, que ingressou no BB em 1981 e que trabalha na Previ desde 2004. “Tenho longa experiência na entidade previdenciária, onde atualmente sou gerente executivo de Benefício e já executei as funções de assessor e chefe de gabinete da Diretoria”, explica o colega. Ele é apoiado pela diretoria do SindBancários, da Contraf-CUT e de vários sindicatos e entidades de bancários e de funcionários do Banco do Brasil.

DSC_0566MarcioSouzaPreviIIWEB

Duração do mandato

Em visita ao Sindicato, na manhã desta segunda-feira, 15/08, divulgando sua candidatura as eleição – que ocorre entre os dias 26 de agosto e 15 de setembro – Souza explicou que o mandato do diretor de Planejamento que renunciou vai até dia 31 de maio de 2018. “Tenho o apoio das mesmas entidades que elegeram a chapa do diretor de Seguridade, Marcel Barros, no primeiro semestre deste ano”, detalha Márcio de Souza.

“O meu compromisso é com a defesa dos direitos e interesses dos associados e da boa gestão do patrimônio coletivo. Um patrimônio que resulta das contribuições que fazemos para a Previ, em busca de uma aposentadoria segura, que garanta o futuro de mais de 200 mil associados e seus familiares”, afirma Souza.

Renda fixa

Entre as propostas para a Diretoria de Planejamento, relativamente às Políticas de Investimento do Plano 1, o candidato defende um sistema que reduza as aplicações em renda variável, direcionando os recursos às carteiras de renda fixa. Ele também quer implantar um teto de benefícios do NRF Especial e trabalhar para evitar contribuições extraordinárias para compensar o déficit. “Afinal, o déficit é conjuntural, da economia, e não deve onerar os associados”, argumenta.

Em relação à política de investimentos do Plano Previ Futuro, Souza pretende privilegiar as aplicações de longo prazo, diversificando investimentos, em busca de melhor rentabilidade e do menor risco. “Vamos revisar a tabela de Pontuação Individual do Participante, de modo que possam contribuir mais para a sub-parte”, informa ele. “Vamos melhor o saldo de conta para que o benefício seja melhor no futuro”, conclui.

Menor Taxa de Carregamento

Uma das providências que o candidato pretende tomar, se eleito, é a redução da taxa de carregamento, aumentando o saldo de conta. “Outra preocupação nossa é aprovar alteração no regulamento com o objetivo de proporcionar a quem sai o direito de resgatar tanto a sua parte pessoal quanto a patronal”, acrescenta.

Vale citar ainda que Márcio de Souza defende mudanças na Lei 11.053, que trata do regime de tributação, de modo que o participante faça a opção pelo regime escolhido só ao final do período de acumulação – o que hoje acontece no início do processo. “Enfim, temos muito o que discutir e que esclarecer os participantes”, diz Márcio. “O fundamental é garantir o futuro dos associados e de seus familiares, evitando o risco de nosso patrimônio cair nas mãos do mercado”, alerta ele, finalizando. Na foto acima, o candidato posa ao lado de diretores do Sindicato, funcionários e ex-funcionários do BB.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

FACEBOOK

SERVIÇOS

CHARGES

VÍDEOS

O BANCÁRIO

TWITTER