Centrais sindicais e movimentos sociais definem ato unificado de 1º de Maio em Porto Alegre

Em reunião ocorrida na manhã da segunda-feira, 16/4, na sede da CUT-RS, as centrais sindicais e os movimentos sociais no Rio Grande do Sul decidiram realizar um ato unificado de 1º de Maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, às 10h, no Parque da Redenção, em Porto Alegre, em defesa dos direitos, da democracia e da liberdade para o ex-presidente Lula. Haverá manifestações com apresentações culturais. Nova reunião das centrais sindicais e movimentos sociais será realizada na próxima sexta-feira, 20/4, às 10h30, na sede da CUT-RS.

A vitoriosa greve geral de 28 de abril de 2017 barrou a reforma da Previdência, que acabaria com a aposentadoria, mas os golpistas conseguiram aprovar a reforma trabalhista, a lei nº 13.467/2017, passando a conversa na população de que haveria geração de empregos. No entanto, a mentira tem perna curta e o que houve foi o aumento do desemprego, atingindo hoje mais de 13 milhões de trabalhadores e trabalhadoras”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Queremos a revogação da reforma trabalhista e de todos os retrocessos implantados pelo governo golpista do Michel Temer (MDB), como a chamada lei do teto dos gastos, que cortou investimentos em saúde e educação. Não abrimos mão de emprego com carteira assinada e trabalho decente, assim como brigamos em defesa dos servidores e por serviços públicos de qualidade para toda a população”, ressalta Nespolo.

A defesa da democracia é fundamental na resistência ao golpe e ao estado de exceção no Brasil. “Não aceitamos o clima de ódio, intolerância, injustiças e violência na sociedade, cujo maior símbolo é a prisão descabida e injusta de Lula, condenado sem provas e sem crime pelo juiz Sérgio Moro e pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4)”, aponta.

Transformaram Lula em preso político porque as elites querem impedir no tapetão que ele, líder de todas as pesquisas eleitorais, seja candidato a presidente, rasgando a democracia e a Constituição. Queremos Lula livre para garantir o seu direito legítimo de disputar as eleições de outubro”, salienta.

O presidente da CUT-RS aponta ainda que essa mesma política de desmonte dos direitos está sendo praticada aqui pelo governador José Ivo Sartori (MDB) e pelo prefeito Nelson Marchezan (PSDB). “Atacam os servidores e querem privatizar para implantar um estado mínimo para o povo, mas generoso para os grandes empresários e o capital financeiro”, denuncia.

Fonte: CUT-RS

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