Caixa impede que entidades sindicais tenham acesso aos novatos na Integração

Historicamente, entidades participam do Programa de Integração e Ambientação à Caixa (PIAC)

A Caixa Econômica Federal comunicou na semana passada, à Comissão Executiva dos Empregados (CEE), que as entidades representativas não terão mais espaço de fala na integração dos novos trabalhadores. Historicamente, os sindicatos, as Associações de Pessoal da Caixa (Apcefs) e entidades representativas dos trabalhadores, em parceria com os instrutores da Gerência de Filial de Pessoas (Gipes), participam do Programa de Integração e Ambientação à Caixa (PIAC).

O discurso usado para descumprir uma tradição já consolidada no banco é de que Programa de Integração foi substituído por um programa “de aprendizado dinâmico”. A real intenção da direção do banco é, porém, ocultar o atual cenário de desmonte da Caixa.

Desrespeito à assistência de saúde

Além disso, a direção do banco está informando aos novos trabalhadores de que não terão direito a assistência à saúde, desrespeitando o Acordo Coletivo de Trabalho. A cláusula 33 do ACT, vigente até 31 de agosto de 2020, assegura a assistência à saúde aos contratos após 31 de agosto de 2018.

“A ironia é que a contratação dos PCDs (Pessoas com Deficiência) é uma conquista dos trabalhadores em luta e, agora, estão nos impedindo de informar aos funcionários os seus direitos. O plano de saúde é um direito de todos os empregados da ativa, os aposentados e para os novos trabalhadores. É um absurdo completo”, protesta o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, Dionísio Reis. A integração está acontecendo desde o dia 12). O assunto está na pauta da mesa do CEE, para o próximo dia 27 de agosto.

Fonte: Fenae

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