Caixa apresenta proposta para Saúde Caixa, mas nova reunião inicia às 10h desta sexta

Empregados reivindicam melhorias e o retorno das demais reivindicações.

O Saúde Caixa e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) foram os temas da sétima rodada de negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e a direção do banco, que durou toda a quinta-feira,27, e entrou pela madrugada de sexta, 28.

Já nesta sexta-feira, a Caixa trouxe uma nova proposta para a mesa, com contribuição individualizada de 3,5% do salário para o titular e mais 0,6% por dependente. Com coparticipação de 30% de cada dependente e o teto individualizado de 2.200,00. Nova reunião analisa proposta agora às 10h.

Abertura aos sábados

Antes da apresentação das propostas da Caixa, os representantes dos empregados reclamaram da divulgação por parte do banco sobre as negociações, com informações que não foram discutidas em mesa. A CEE/ Caixa cobrou também, mais uma vez, que o banco não abra aos sábados e uma compensação para as pessoas que já trabalharam aos sábados e não bateram pontos.

Saúde Caixa

A Caixa propôs um modelo mantendo o custeio 70/30, mas de transição até 2021 e um Grupo de Trabalho, com a participação dos empregados, para definir soluções para a sustentabilidade do plano.

De acordo com o banco, o modelo apresentado respeita o mutualismo, o pacto intergeracional e a solidariedade do plano e ainda atende à constante reivindicação do movimento sindical de inclusão dos empregados, incluindo os PCDs, que foram admitidos a partir de setembro de 2018.

Na proposta, o modelo 70/30 seria mantido. Com uma contribuição individualizada de 3,7% do salário para o titular e mais 0,5% por dependente. Com coparticipação de 30% de cada dependente e o teto individualizado de 2.870,00.

Melhor, mas com  problemas
“Esta proposta foi melhor do que as seis apresentadas na negociação exclusiva do Saúde Caixa, principalmente pela inclusão dos novos empregados, mas ainda tem problemas. Avaliamos que reajuste é necessário, mas tem de ser viável para todos”, declarou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

PLR

Para a PLR, a Caixa garantia a manutenção da proposta fechada em mesa única de negociação entre o Comando Nacional e a Fenaban, e uma Remuneração Básica (RB). Neste momento, os empregados apontaram que não ter uma PLR social seria uma falta de reconhecimento ao esforço dos empregados da empresa durante a pandemia do coronavírus (Covid-19).

“A Caixa apresentou nova proposta e vamos avaliar, até por conta do horário. Mas, reforçamos que, ainda assim, sejam revistos os percentuais e pedimos que a coparticipação seja por grupo familiar e não individual. Aguardamos nova proposta do Saúde Caixa, cobramos ainda a manutenção da PLR Social e o retorno das demais reivindicações da minuta entregue”, finalizou Fabiana.

Nova reunião ficou pré-agenda para esta sexta-feira, 28, a partir das 10h.

Fonte: Contraf-CUT

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