Bancários, chegou a hora de abraçar a nossa luta e defender os direitos que ninguém tem poder de nos tirar

Os ataques do governo federal junto com o Congresso Nacional provocam uma reflexão necessária. Ficou comprovada a importância do acordo de dois anos na nossa Campanha Salarial de 2016. Os bancários têm garantido, além da reposição da inflação, aumento de 1% para salários, pisos, PLR, vales alimentação, refeição e todas as demais verbas. Esses avanços são conquistas da nossa greve.

Os banqueiros são os timoneiros de uma onda de ataques que tem na Terceirização e nas Reformas da Previdência e Trabalhista um arsenal de guerra contra os direitos dos bancários.

É em nome do nosso futuro que nós, bancários e bancárias, temos muito a ajudar neste momento difícil para toda a classe trabalhadora.

Ainda resta tempo para derrotarmos esse golpe nos nossos direitos. Todos os caminhos nos levam a Brasília. É tempo de ocupar Brasília, formando uma corrente forte para defender os nossos direitos e as nossas conquistas. Cada um é importante em seu local de trabalho, junto à sua família na rua onde mora.

É tempo de abraçar a nossa luta!

O nosso futuro está em jogo

Depois que a greve geral de 28 de abril mostrou a força da classe trabalhadora, os bancários passaram a ter um papel importante a cumprir na defesa dos diretos ameaçados. Isso quer dizer que a nossa luta não está perdida. O tempo é de ampliar a participação e ter fé de que a nossa unidade irá reverter todos esses golpes nos nossos direitos.

Por isso, bancários e bancárias, vale tudo para manter as nossas conquistas. Mandar email para deputados e senadores. Chamar o colega ao lado da agência para participar das ações e mobilizações do Sindicato e convocar os familiares. Preste atenção ao chamado para este momento histórico em que podemos ajudar a virar o jogo.

As Centrais Sindicais estão confiantes de que a greve geral foi um passo importante para o início da derrota das famigeradas reformas. Elas não querem modernizar nenhuma relação de trabalho. Querem é fazer com que a gente vá para a mesa de negociação com medo de perder direitos e para apenas lutar por nossos empregos. Vai ficar fácil para banqueiro chorar por causa de crise e dizer que vai precisar tirar conquista para manter bancários empregados

Já conseguimos adiar a votação da Reforma da Previdência no Plenário da Câmara dos Deputados. E, mesmo que a Reforma Trabalhista tenha sido aprovada, ainda temos o Senado Federal, onde o PLC 38 tramita. É tempo de pressão total para cima deles!

A CUT, outras centrais sindicais e movimentos sociais decidiram intensificar ações de pressão junto ao Congresso Nacional na semana de 15 a 19 de maio e marcaram a mobilização chamada “Ocupa Brasília” para o próximo dia 24 de maio. Vamos fazer caravanas de pressão sobre o Congresso Nacional. Ocupar Brasília é fundamental nesta hora. Vamos abraçar nossos direitos que tanto tempo lutamos para conquistar.

Chame mais gente

Precisamos de toda a força possível para formar uma corrente de defesa dos direitos dos trabalhadores. Participe! Chame mais gente. Fale com seu colega, com seus familiares. O tempo é de unidade para a ação. Onde estivermos tem que ter mobilização. Na agência bancária, nas ruas das nossas cidades. É tempo de trabalhador mostrar que ninguém tira nossos direitos sem sentir a força da nossa luta e da nossa história.

Bancários têm muita luta pela frente

Precisamos defender os bancos públicos. A reestruturação no Banco do Brasil e na Caixa fecha agências e afeta a carreira dos colegas. Defender o Banrisul de qualquer tentativa de venda ou federalização é pauta permanente. A defesa dos nossos empregos, com sobrecarga de trabalho e contra a possibilidade de terceirização, também está na ordem do dia .

O que precisamos derrotar

> Reforma Trabalhista autoriza demissão em massa

> O que está na lei não valerá mais para jornada, férias, redução de salário, intervalos, PLR, etc.

> Possibilidade de jornadas de até 12 horas diárias.

> O trabalhador poderá foiçar à disposição por horas, mas o empregador fará o pagamento somente pelo tempo efetivamente trabalhado.

> Fim da ultratividade: enquanto não houver renovação do acordo, trabalhadores ficarão sem os direitos da CCT.

> Demissão em comum acordo permitirá que patrão e empregado possam extinguir contrato de trabalho; empregador pagará metade do aviso prévio e de multa do FGTS.

> Tira homologação dos sindicatos, que não terão mais acesso a informações sobre demissões.

> Serão dispensados do ponto eletrônico, gerentes, trabalhadores externos e em teletrabalho.

> Aposentadoria somente a partir dos 65 anos, com, no mínimo, 25 anos de contribuição.

> Idade mínima para se aposentar poderá subir ainda mais a cada dois anos.

Plataforma Dialoga: Mande seu recado aos senadores

A plataforma Dialoga do SindBancários está disponibilizando mais uma campanha em defesa dos direitos dos trabalhadores. Depois que a Reforma Trabalhista foi aprovada na Câmara dos Deputados Federais, como PEC 6787, agora ela tramita no Senado Federal como PLC (Projeto de Lei da Câmara) 38. Precisamos unir as nossas forças e dar um recado bem claro aos Senadores: a Reforma Trabalhista é um dos piores ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

É muito fácil participar. Você pode enviar uma mensagem para os 81 senadores de forma muito rápida pelo seu celular ou diretamente de seu computador.

Saiba como participar da petição online

> Escreva o endereço no seu navegador de preferência:  http://dialoga.sindbancarios.org.br/contra-a-reforma-trabalhista/

> Preenche os espaços com seu nome, sobrenome e email

> Clique na paleta de cor laranja Assinar e enviar aos Senadores

> Pronto! Seu pedido vai diretamente para os emails de cada um dos 81 senadores em Brasília.

#OcupaBrasília

15 a 19 de maio: Caravanas de Pressão sobre o Congresso Nacional.

24 de maio: Ocupa Brasília pelos trabalhadores de todo o Brasil.

Crédito foto: Anselmo Cunha

Fonte: Imprensa SindBancários

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