Bancários buscam implantação da licença-paternidade de 20 dias ainda neste ano

A ampliação de cinco para 20 dias de licença-paternidade foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 8/03, Dia Internacional da Mulher, dentro da lei que cria a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância e estabelece marco regulatório com uma série de direitos voltados para crianças de até 6 anos de idade. Tanta esta licença paternidade ampliada para 20 dias quanto o acompanhamento do Programa de Valorização da Diversidade foram debatidos nesta terça-feira, 03/05, em São Paulo, entre a Contraf-CUT e a Fenaban. No entanto, os banqueiros querem que a medida só entre em vigor em janeiro de 2017, por não estar na previsão orçamentária deste ano. “Vamos continuar insistindo na implantação deste direito ainda este ano, pois o benefício no caso não representa desembolso de dinheiro, é uma licença de 15 dias a mais”, argumenta o presidente do SindBancários, Everton Gimenis.

Conquista da cidadania

Conforme ele, a elevada lucratividade dos bancos não será afetada pela adoção da medida, que é uma conquista da cidadania. Na opinião do secretário de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Fabiano Paulo da Silva Júnior, “bancários sempre foram vanguardistas na garantia de direitos. Por isso, a categoria está bastante ansiosa por mais essa possível conquista”, disse.

Para Gimenis, é importante a licença-paternidade ser incluída na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários, já que a lei já foi sancionada, promulgada e publicada.

 

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