Ato Nacional em Defesa dos Bancos Públicos ao meio-dia desta quinta-feira, em frente a Caixa Federal!

Bancos estatais fortes, que dedicam parte substancial de seus recursos às políticas públicas e programas sociais, se tornam automaticamente alvo da cobiça do grande mercado capitalista. É o que hoje está acontecendo, mais uma vez, nos governos antipopulares de Michel Temer em nível federal e de José Ivo Sartori no Rio Grande do Sul. Por isso, ao meio-dia desta quinta-feira, 20/04, é fundamental que todos os bancários e trabalhadores conscientes participem do grande Ato em Defesa dos Bancos Públicos, em frente ao Edifício Querência, na Praça da Alfândega, Centro Histórico de Porto Alegre, onde está a sede da Caixa Federal no RS, vizinha à sede do Banrisul. O ato, que tem caráter nacional, é organizado na Capital gaúcha pelo SindBancários, junto com vários movimentos e entidades de trabalhadores.

 

Afinal, todo mundo sabe que dentro das chamadas “reformas” que o desgoverno de Temer vem impondo através de um Congresso Nacional majoritariamente submisso e conivente – retirando direitos trabalhistas, dificultando a aposentadoria e terceirizando tudo o que pode – um dos alvos preferenciais são os bancos públicos. Isto porque Caixa Federal, Banco do Brasil, BNDES e outros têm carteiras comerciais fortes mas mantêm políticas públicas que favorecem a maioria da população e os trabalhadores, nas áreas de financiamento habitacional, agrícola, programas sociais, obras públicas, bancarização e outros.

O objetivo de Temer, Padilha, Jucá e seus cúmplices – todos atolados na Lava-Jato – é privatizar o quanto antes estas instituições e enfraquecer sua atuação no mercado interno, abrindo caminho para que a iniciativa privada ocupe esse espaço. O mesmo acontece aqui no Estado, onde José Ivo Sartori – embora negue – ainda não desistiu de privatizar ou federalizar o Banrisul, assim como o Badesul e o o BRDE.

Mas o discurso oficial de ganho de “eficiência”, “economia”, “agilidade”, etc, contra estes bancos, não consegue esconder sua intenção entreguista e neoliberal, que quer reduzir o estado mesmo quando suas instituições financeiras são plenamente lucrativas ao poder público.

Algumas perguntas básicas

Antes de tudo, cada um de nós deve se fazer algumas perguntas básicas. Será que os bancos privados farão o que os bancos públicos fazem e fizeram em benefício da população? Ou irão se guiar apenas pela lógica do maior lucro com menor custo?

Os bancos públicos são fundamentais porque têm funções que vão além da busca do lucro. Bancos públicos, afinal, são quem viabiliza políticas econômicas e sociais e o financiamento de setores e atividades fundamentais à maioria da sociedade, nas quais os bancos privados não têm o menor interesse.

As instituições financeiras públicas são – simplesmente – imprescindíveis para o desenvolvimento do país e para aumentar o bem-estar social e reduzir a desigualdade.

Algumas perguntas finais aos empregados

Será que bancos públicos, se forem privatizados, irão manter o mesmo nível de direitos aos seus empregados? Ou, ao contrário, terão seus quadros funcionais e seu número de agências reduzidos e concentrados em cidades e centros maiores – como já começa a acontecer com o Banco do Brasil e a Caixa, neste governo antipopular de Temer?

Você já se perguntou quantos milhares e milhares de empregos serão perdidos na privatização? Quantas conquistas trabalhistas, vantagens e planos de carreira serão perdidos? Como será a cobrança de metas absurdas e o assédio sobre os trabalhadores que sobrarem, frente a administradores sem nenhum compromisso público ou social?

Estas respostas, que cada bancário deve fazer a si mesmo, pode deixar mais claro tudo o que está em jogo e em risco real.

Não esqueça

Se é banco público, é para todos! Só a luta te garante!

Todos ao Ato em Defesa da Caixa 100% Pública e em Defesa dos Bancos Públicos!

Greve Geral – 28 de Março

E na sexta-feira da próxima semana – 28 de abril – todo o Brasil vai parar: é dia Greve Geral. Afinal, estão em jogo a vida de todos os trabalhadores e trabalhadoras do país. A “reforma” que Temer mandou para o Congresso Nacional altera – para muito pior – 100 artigos da CLT. Vamos parar o Brasil!

A Aposentadoria está sob sério ataque e a Terceirização desenfreada deixa todos os bancários e trabalhadores a mercê de contratos temporários de trabalho e sem carteira assinada. Estas medidas constituem a maior perda de direitos dos trabalhadores na história do Brasil, desde que a CLT foi implantada em primeiro de maio de 1943.

Bancos estatais fortes, que dedicam parte substancial de seus recursos às políticas públicas e programas sociais, se tornam automaticamente alvo da cobiça do grande mercado capitalista. É o que hoje está acontecendo, mais uma vez, nos governos antipopulares de Michel Temer em nível federal e de José Ivo Sartori no Rio Grande do Sul. Por isso, ao meio-dia desta quinta-feira, 20/04, é fundamental que todos os bancários e trabalhadores conscientes participem do grande Ato em Defesa dos Bancos Públicos, em frente ao Edifício Querência, na Praça da Alfândega, Centro Histórico de Porto Alegre, onde está a sede da Caixa Federal no RS, vizinha à sede do Banrisul. O ato, que tem caráter nacional, é organizado na Capital gaúcha pelo SindBancários, junto com vários movimentos e entidades de trabalhadores.

Afinal, todo mundo sabe que dentro das chamadas “reformas” que o desgoverno de Temer vem impondo através de um Congresso Nacional majoritariamente submisso e conivente – retirando direitos trabalhistas, dificultando a aposentadoria e terceirizando tudo o que pode – um dos alvos preferenciais são os bancos públicos. Isto porque Caixa Federal, Banco do Brasil, BNDES e outros têm carteiras comerciais fortes mas mantêm políticas públicas que favorecem a maioria da população e os trabalhadores, nas áreas de financiamento habitacional, agrícola, programas sociais, obras públicas, bancarização e outros.

O objetivo de Temer, Padilha, Jucá e seus cúmplices – todos atolados na Lava-Jato – é privatizar o quanto antes estas instituições e enfraquecer sua atuação no mercado interno, abrindo caminho para que a iniciativa privada ocupe esse espaço. O mesmo acontece aqui no Estado, onde José Ivo Sartori – embora negue – ainda não desistiu de privatizar ou federalizar o Banrisul, assim como o Badesul e o o BRDE.

Mas o discurso oficial de ganho de “eficiência”, “economia”, “agilidade”, etc, contra estes bancos, não consegue esconder sua intenção entreguista e neoliberal, que quer reduzir o estado mesmo quando suas instituições financeiras são plenamente lucrativas ao poder público.

 

 

 

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