Após assalto a Caixa em Canguçu, no sábado, 11/08, líder de quadrilha é morto em tiroteio

O líder da quadrilha que vinha atacado agências bancárias com explosivos foi morto em confronto na madrugada de sábado, 11/08, em Canguçu, na região Sul do Estado, após assalto à Caixa Econômica Federal. Conhecido como Fofão ou Mortadela, de 32 anos, ele estava foragido do sistema prisional gaúcho desde o dia 31 janeiro do ano passado e tinha condenação de 90 anos, 11 meses e 10 dias. Por volta da 1h de sábado, a quadrilha de Fofão invadiu a Caixa Econômica Federal de Canguçu, explodindo caixas eletrônicos. Durante a ação foram desferidos diversos disparos em direção ao posto local da BM, ocorrendo troca de tiros com os policiais militares. Uma Ford Ranger foi incendiada no local para impedir a saída de viaturas da BM.

Posto de combustíveis

Na fuga o bando tentou ainda, sem sucesso, queimar um Renault Duster que foi deixado em frente da Subestação da CEEE. A quadrilha prosseguiu em um Ford Focus em direção à BR 392, onde o veículo foi abandonado. Em um posto de combustíveis ocorreu então um confronto com seguranças do estabelecimento comercial. No tiroteio, o líder do bando foi morto.

Além de Canguçu, o bando dele, neste ano, agiu contra as agências do Bradesco de Encruzilhada do Sul e Cerro Grande do Sul, além do Banco do Brasil, Banrisul e Caixa Econômica Federal de Butiá.

Vínculos com Argentina

Fofão ou Mortadela tinha vínculo com os “Irmãos Lopes”, que foram presos no final de novembro de 2017 em uma propriedade rural de El Soberbio, na Argentina. Na ocasião, a dupla portava fuzil, pistola, munição e coletes balísticos. A região teria sido escolhida como refúgio deles por abrigar muitos gaúchos do Vale do Taquari. Os dois irmãos, naturais de Lajeado, foram apontados na época como responsáveis por 12 ataques a bancos, ocorridos em Progresso, Pouso Novo, Boqueirão do Leão, Espumoso, Boa Vista do Buricá, Encruzilhada do Sul, Progresso, Gramado Xavier, Bom Retiro do Sul, Espumoso, Tabaí, São José Herval. Em julho passado, as autoridades argentinas impediram o resgate dele por integrantes da organização criminosa que mantinha então um esconderijo em Veranópolis.

Fonte: Correio do Povo, informações e foto.

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