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Bancários cobram calendário de discussão do Banco do Brasil PDF Imprimir E-mail
Sex, 02 de Dezembro de 2011 11:49

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil cobra uma resposta sobre o calendário proposto ao banco para continuação das mesas sobre jornada legal de 6 horas, Plano de Carreira e Remuneração (PCR) para os funcionários da instituição e situação dos bancários oriundos de bancos incorporados. Durante a retomada dos debates nas mesas temáticas no último dia 23 de novembro, a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB da Contraf-CUT encaminhou proposta de calendário ao BB, que incluía mesa para a próxima semana.

Na ocasião, o banco se comprometeu em analisar as críticas e ponderações do movimento sindical e apresentar uma solução ao menos parcial sobre jornada de 6 horas. A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB apresentou à direção do BB um relatório sobre as ações judiciais movidas em todas as bases sindicais do país requerendo o pagamento das 7ª e 8ª horas, as de protesto de interrupção de prescrição e as de cumprimento da jornada e seus impactos sobre o passivo trabalhista do banco.

O BB também se comprometeu em resolver o problema da jornada de 6 horas por meio de um comunicado exibido no sistema interno de comunicação do banco, feito pelo diretor de Relação com o Funcionalismo da instituição, durante a Campanha Nacional dos bancários, em setembro.

PCR

As discussões sobre o PCR também foram retomadas na mesa temática. Os debates ficaram em torno das questões como o percentual de interstícios da carreira de antiguidade, a inclusão da pontuação dos caixas e dos congelados (B-0) e a aceleração da progressão na carreira de mérito com alteração no prazo de promoção de cada um dos quatro grupos de pontuação.

A coordenação da Comissão de Empresa solicitou do BB dados detalhados sobre as comissões praticadas e a quantidade de funcionários em cargos da Carreira PCR, para subsidiar o movimento sindical nos debates futuros.

Incorporados

Outra reivindicação diz respeito à saúde e previdência dos funcionários oriundos de bancos incorporados (BESC, BNC e BEP). Nenhum desses trabalhadores têm direito à filiação na CASSI ou na PREVI, e o movimento sindical cobra que sejam garantidos esses direitos à tais trabalhadores.

"Esta mesa temática foi uma importante conquista da campanha salarial de 2011. O BB precisa dar sequência ao calendário proposto e continuar o debate a fim de termos um plano que atenda aos interesses dos trabalhadores. Esta é uma demanda muito antiga e temos a expectativa de uma solução positiva na mesa de negociação", argumenta o diretor da Fetrafi-RS e representante na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Ronaldo Zeni.

Fonte: Seeb Brasília com edição da Fetrafi-RS

 

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