| Mostra de Cinema Venezuelano encerra temporada de 2011 do CineBancários |
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| Qui, 01 de Dezembro de 2011 13:10 |
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Praticamente desconhecido no Brasil, o cinema da Venezuela tem uma forte tradição polÃtica e costuma privilegiar temas históricos e sociais. Ao longo de duas semanas, o público local poderá conhecer seis tÃtulos recente, Bloques, 1, 2 e 3 Mulheres, Zamora, Miranda Regressa, Comando X e Macuro, que ilustram o vigor e a qualidade dessa cinematografia.
 SINOPSE DOS FILMES  Bloques, de Alfredo Hueck e Carlos Caridad (Venezuela, 2008, ficção, 126 minutos)  No edifÃcio Bloque 1, vive Manuel, um homem solitário e taciturno cujo comportamento afasta todos à sua volta, incluindo seu próprio filho. Em meio à rotina e ao álcool, surge para ele a esperança de um novo amor: Norma, cozinheira de um bar, entra em sua vida sem se dar conta. Para o edifÃcio Bloque 2, mudam-se os Aristigueta, famÃlia venezuelana de classe alta, empobrecida por conta das más decisões financeiras do pai. Alejandra, a filha mais velha, vive em Nova York há alguns anos, ignorando a realidade em que vivem sua famÃlia e seu paÃs.  1, 2 e 3 Mulheres, de Andrea Herrera, Anabel Rodriguez e Andrea Ryos (Venezuela, 2008, ficção,103 minutos)
 Zamora, de Román Chalbaud (Venezuela, 2009, ficção,131 minutos)  Venezuela, na segunda metade do século XIX, a polarização entre Liberais e Conservadores marcava o momento polÃtico. As desigualdades sociais herdadas ainda na Colônia mantinham os campesinos e os escravos sob o poder da oligarquia. Ezequiel Zamora, mobilizado por profundos ideais de liberdade, encabeça uma luta que tenta apagar a opulência de poucos e a miséria de muitos, e repartir equitativamente as terras.  Miranda Regressa, de Henry Herrera (Venezuela, 2007, ficção,145 minutos)  Um repórter entra clandestinamente na cela de Miranda, na Carraca, em 10 de julho de 1816. O jovem jornalista pediu ao General que lhe concedera uma entrevista, a fim de propagar seu pensamento anticolonial em um importante jornal que é publicado furtivamente em Cádiz. Miranda, já um macaco velho da geopolÃtica internacional, desde o século passado, desconfia do impetuoso repórter que, aos poucos, ganha a sua confiança, até que o prisioneiro se compromete a conceder-lhe a entrevista. Aqui começa uma retrospectiva, uma jornada da vida do general onde o retorno ao passado, os momentos mais significativos na construção de formação do jovem general, o sedutor, o soldado espanhol, o iluminado, o desertor, o independentista, a polÃtica, o guerreiro, o contrabandista, o espião, o herege, o conspirador e o precursor, é narrado para revelar a magnitude de Francisco Miranda, para sempre, talvez, o mais universal de todos os venezuelanos.  Comando X, de José Antonio Varela (Venezuela, 2007, ficção, 92 minutos)
 Macuro, de Eduardo Troche (Venezuela, 2008, ficção, 91 minutos)
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| Última atualização em Sex, 02 de Dezembro de 2011 14:11 |
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