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Mostra de Cinema Venezuelano encerra temporada de 2011 do CineBancários PDF Imprimir E-mail
Qui, 01 de Dezembro de 2011 13:10

Dentro de sua proposta de dar espaço e visibilidade às cinematografias da América Latina, o CineBancários, em parceria com o Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela em São Paulo, Brasil, realiza de 6 a 18 de dezembro, uma mostra dedicada ao cinema venezuelano contemporâneo. Essa é a última programação da sala em 2011. Todas as sessões têm entrada franca.

.: Programação

Praticamente desconhecido no Brasil, o cinema da Venezuela tem uma forte tradição política e costuma privilegiar temas históricos e sociais. Ao longo de duas semanas, o público local poderá conhecer seis títulos recente, Bloques, 1, 2 e 3 Mulheres, Zamora, Miranda Regressa, Comando X e Macuro, que ilustram o vigor e a qualidade dessa cinematografia.


Uma oportunidade única para nos aproximarmos de um país e de uma cultura com a qual temos muito em comum, mas que conhecemos tão pouco.


A mostra é uma parceria entre o Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela no Brasil e o CineBancários.

 

SINOPSE DOS FILMES

 

Bloques, de Alfredo Hueck e Carlos Caridad (Venezuela, 2008, ficção, 126 minutos)

 

No edifício Bloque 1, vive Manuel, um homem solitário e taciturno cujo comportamento afasta todos à sua volta, incluindo seu próprio filho. Em meio à rotina e ao álcool, surge para ele a esperança de um novo amor: Norma, cozinheira de um bar, entra em sua vida sem se dar conta. Para o edifício Bloque 2, mudam-se os Aristigueta, família venezuelana de classe alta, empobrecida por conta das más decisões financeiras do pai. Alejandra, a filha mais velha, vive em Nova York há alguns anos, ignorando a realidade em que vivem sua família e seu país.

 

1, 2 e 3 Mulheres, de Andrea Herrera, Anabel Rodriguez e Andrea Ryos (Venezuela, 2008, ficção,103 minutos)


A temática da mulher e sua relação com a sociedade a partir de diferentes perspectivas e propostas estéticas através das histórias de Eloína, Rosário e Gregoria. Eloína mostra a grandeza e o valor de assumir determinadas posições no papel materno. Rosário mostra a experiência da ingenuidade no contexto da solidão e Gregoria mostra a  debilidade versus o ímpeto com que toma decisões para garantir sua estabilidade emocional.

 

Zamora, de Román Chalbaud (Venezuela, 2009, ficção,131 minutos)

 

Venezuela, na segunda metade do século XIX, a polarização entre Liberais e Conservadores marcava o momento político. As desigualdades sociais herdadas ainda na Colônia mantinham os campesinos e os escravos sob o poder da oligarquia. Ezequiel Zamora, mobilizado por profundos ideais de liberdade, encabeça uma luta que tenta apagar a opulência de poucos e a miséria de muitos, e repartir equitativamente as terras.

 

Miranda Regressa, de Henry Herrera (Venezuela, 2007, ficção,145 minutos)

 

Um repórter entra clandestinamente na cela de Miranda, na Carraca, em 10 de julho de 1816. O jovem jornalista pediu ao General que lhe concedera uma entrevista, a fim de propagar seu pensamento anticolonial em um importante jornal que é publicado furtivamente em Cádiz. Miranda, já um macaco velho da geopolítica internacional, desde o século passado, desconfia do impetuoso repórter que, aos poucos, ganha a sua confiança, até que o prisioneiro se compromete a conceder-lhe a entrevista. Aqui começa uma retrospectiva, uma jornada da vida do general onde o retorno ao passado, os momentos mais significativos na construção de formação do jovem general, o sedutor, o soldado espanhol, o iluminado, o desertor, o independentista, a política, o guerreiro, o contrabandista, o espião, o herege, o conspirador e o precursor, é narrado para revelar a magnitude de Francisco Miranda, para sempre, talvez, o mais universal de todos os venezuelanos.

 

Comando X, de José Antonio Varela (Venezuela, 2007, ficção, 92 minutos)


Uma divertida comédia de enredos, que narra vícios e dilemas de Manuel, um rapaz pobre que se apaixona por Lucia, uma linda jovem de classe média alta de Caracas. Ela é filha do chefe do "Comando", um grupo de oposição extremista que planeja um atentado para derrubar um governo legítimo. Trata-se de uma divertida história que, pouco a pouco, se transforma em uma trama sombria quando o "Comando", assessorado por agentes estrangeiros, irá executar um terrível atentado e Manuel precisa tomar uma difícil decisão: deter o tétrico atentado e perder o seu amor ou salvar a cidade desse horror.

 

Macuro, de Eduardo Troche (Venezuela, 2008, ficção, 91 minutos)


A história de Macuro, uma comunidade pesqueira do oriente do país, que se vê afetada por uma grande falta de eletricidade. Frente à ausência de energia, a comunidade decide pedir ajuda a uma grande fábrica de cimento que conta com um grande gerador. O desprezo da fábrica motiva os cidadãos a tomar medidas inesperadas,  criando rebeliões com grandes consequências individuais e coletivas.

Fonte: Divulgação

Última atualização em Sex, 02 de Dezembro de 2011 14:11
 

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