Quinta-feira, 17 de Maio de 2012
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Reestruturação do Jurídico reúne advogados, dirigentes e bancários

1 - Reestruturação do Jurídico reúne advogados, dirigentes e bancários

Fonte: Imprensa SindBancários

Uma confraternização de advogados e dirigentes sindicais marcou a apresentação das inovações do Departamento Jurídico no dia 26 de novembro. Com a proposta de ampliar e qualificar o atendimento que oferece aos bancários e bancárias, o SindBancários investiu na modernização do setor.

Entre as novidades estão as novas formas de acesso às informações processuais, o aumento do número de consultas diretas com os advogados, plantões jurídicos com horários ampliados, e um software desenvolvido especialmente para consultas via Internet ou site. Estas e outras informações foram reunidas em uma cartilha, publicada pelo SindBancários, que está a disposição de todos.

Segundo o diretor Jurídico do SindBancários, Lúcio Mauro Paz, a reestruturação segue uma tendência de modernização na assistência aos sindicalizados. “Não prestamos apenas atendimento no Direito Trabalhista, mas também em áreas do Previdenciário, Cível, Penal e Tributário. Esta reestruturação concederá mais agilidade e eficiência ao setor”, explicou.

O diretor Mauro Sales destacou que as inovações são o reconhecimento da importância dos profissionais do Jurídico para os bancários no Estado. “Vamos dar um salto de qualidade e trazer os bancários para o departamento. A via judicial não substitui a ação sindical e política, mas nos dá suporte, orientação e solução de impasses e dificuldades que surgem nas lutas da categoria”, concluiu.

Para finalizar o evento, os advogados previdenciários Aline Portanova e Marlon Rocha palestraram sobre “desaposentação”. Segundo os advogados, este é um tema relativamente novo que significa a possibilidade de aumentar o valor da aposentadoria dos segurados do INSS que retornarem às atividades laborais. “É importante que a sociedade tenha informações sobre o tema. É uma oportunidade para garantirmos a qualidade de vida e a dignidade do trabalhador, que não recebe o benefício na mesma proporção que contribui”, declarou Aline.

A “desaposentação” ainda não é prevista em lei, mas tramitam no Congresso alguns projetos para a sua regulamentação. O Rio Grande do Sul já registra ganhos de causa amparados pelo ordenamento jurídico.

 

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