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Movimentos social e sindicalistas protestam em frente a Caixa, na Capital, contra cortes em programas habitacionais e pela defesa dos bancos públicos

Centenas de manifestantes bloquearam as entradas da Agência Querência da Caixa Econômica Federal, na Praça da Alfândega, no Centro de Porto Alegre, na manhã e parte da tarde de quarta-feira, 08/11. O grupo, composto por movimentos sociais e sindicalistas, protestou contra cortes de verbas em programas habitacionais e sociais e contra os ataques aos bancos públicos, promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer. “Os golpistas não descansam nunca”, disse o diretor de Comunicação do SindBancários, Mauro Salles. “Atacam em todas as áreas, piorando e precarizando a vida dos trabalhadores, agora cortando recursos para a moradia da faixa mais pobre da população brasileira”.

Ao mesmo tempo, frisa Mauro, “o mesmo governo golpista tem dinheiro de sobra para comprar congressistas para votar a favor e salvar Michel Temer, e isenta do pagamento de dívidas o grande empresariado e os grandes ruralistas”. O sindicalista também citou o papel fundamental da Caixa pública na gestão dos projetos sociais, e como esteio  do programa de renda mínima (assista o vídeo no final desta matéria).

Protesto em 15 estados

 manifestação, iniciada por volta das 8h, foi realizada simultaneamente nas agências centrais da Caixa em 15 estados e no Distrito Federal. Os movimentos sociais entregaram um documento em defesa da política habitacional ao ministro das Cidades.

Em Porto Alegre, uma parte dos manifestantes também realizou bloqueio rápido da Avenida Mauá. Pouco depois, o mesmo grupo saiu em caminhada pela Rua Siqueira Campos, de onde retornou à Praça da Alfândega.

Liberada a entrada de empregados

Depois de conversar com autoridades policiais, os coordenadores do movimento resolveram desbloquear uma das entradas da CEF, permitindo a entrada dos funcionários.

Contra privatização dos bancos públicos

O protesto, organizado pelo Movimento Nacional da Luta pela Moradia (MNLM), teve três objetivos, segundo Beto Aguiar, um dos coordenadores: reivindicar os cortes orçamentários feitos pelo governo na habitação popular; defender mais investimento no Minha Casa, Minha Vida; e lutar contra a privatização de bancos públicos – como a Caixa e o Banrisul.

O vídeo

Assista abaixo o vídeo da participação dos bancários na manifestação por moradia em frente à Sede Querência da Caixa, na quarta-feira.

Fonte: Imprensa SindBancários, com informações e foto do Correio do Povo/Rádio Guaíba

Escrito por José Antonio Silva

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